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O amor impossível que virou sucesso na Netflix emociona fãs
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O amor impossível que virou sucesso na Netflix emociona fãs

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Anamaria
28/10/2025 10h30
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A série Ninguém Quer chega ao catálogo da Netflix e já se posiciona como um dos destaques recentes da plataforma, reunindo temas como amor improvável, choque de estilos de vida e identidade. A trama acompanhou a apresentação de um podcast sobre sexo, um rabino recém-solteiro e o universo de influências externas que testam o relacionamento entre eles.

Qual é a origem de “Ninguém Quer”?

Criada por Erin Foster, a série foi pensada a partir de elementos de sua própria vida — ela se relacionou com um homem judeu e enfrentou o desafio de conciliar mundos diferentes. A produção estreou em 2024 no catálogo da Netflix.
A história parte de um encontro casual, mas rapidamente se complica quando o casal protagonista percebe que valores, tradições e expectativas familiares interferem no romance.

Por que “Ninguém Quer” chama tanta atenção?

Há alguns motivos que explicam o impacto da série:

  • A junção de dois mundos pouco explorados até aqui na comédia romântica: um rabino ultra-religioso e uma apresentadora de podcast urbana — o contraste gera tensão e humor ao mesmo tempo.
  • A inspiração real dá à trama uma autenticidade emocional: o próprio cotidiano da criadora aparece disfarçado no enredo.
  • Excelente recepção crítica: a série alcançou cerca de 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.
  • A Netflix renovou a série para segunda temporada logo após seu sucesso inicial, o que reforça a confiança na produção.

Quais elementos tornam a série única?

  • A abordagem de temas como religião, sexualidade, família e identidades culturais dentro de uma comédia leve.
  • O elenco liderado por Kristen Bell (Joanne) e Adam Brody (Noah), que imprime charme e dinâmica na tela.
  • Episódios de média duração (~22 a 31 minutos), o que favorece o consumo no streaming e no contexto mobile.
  • Um equilíbrio entre humor e reflexão: situações cotidianas em que o amor exige mais que atração — exige compreensão do outro.

Lista de elementos marcantes

  • O choque cultural entre um estilo de vida secular e as normas de uma família conservadora.
  • A protagonista sendo uma figura pública (“podcaster”) que enfrenta vulnerabilidades.
  • A presença recorrente da família, amigos e tradições na trama, gerando conflito e flutuações emocionais.
  • A linguagem leve e moderna, sem deixar de lado o respeito às temáticas religiosas.

Quem vai gostar de “Ninguém Quer”?

Se você aprecia:

  • comédias românticas que fogem do padrão “boy conhece girl e vivem felizes para sempre”;
  • temáticas de identidade cultural, religião ou família que interferem no amor;
  • formatos de episódio curtos ideais para maratonar no smartphone;
  • elencos que transitam entre comédia e emoção —
    então “Ninguém Quer” é uma opção certeira.

Leia também: Minissérie “Treta” na Netflix gera choque entre fãs e assinantes

Quais curiosidades envolvem a produção?

  • Erin Foster revelou que a série foi inspirada por sua própria experiência ao se relacionar com Simon Tikhman, que é judeu — embora na vida real ele não seja rabino como o personagem Noah.
  • A mudança de showrunners: apesar de Foster ter criado o show, para a segunda temporada a Netflix optou por substituir a liderança criativa principal — ela continua como produtora executiva.
  • O título “Ninguém Quer” funciona em duplo sentido: ao mesmo tempo remete ao medo de não ser o “ideal” para o outro, como à ideia de que ninguém quer se comprometer ou abrir mão de si mesmo.

Qual o futuro de “Ninguém Quer”?

Com a renovação para a segunda temporada já confirmada, resta aguardar como a série vai aprofundar os conflitos — tanto internos dos protagonistas, quanto externos (família, comunidade, expectativa social). Além disso, o olhar que a produção lança sobre diferentes estilos de vida aponta para debates mais amplos sobre amor, identidade e pertencimento.

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Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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