Home
Entretenimento
'Além da genética': Mari Fernandez celebra gravidez da esposa e aguarda chegada da primeira filha
Entretenimento

'Além da genética': Mari Fernandez celebra gravidez da esposa e aguarda chegada da primeira filha

publisherLogo
Bons Fluidos
21/05/2026 19h15
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51005/original/Bons_Fluidos.png?1764195908
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Para Mari Fernandez e Júlia Ribeiro, o Dia das Mães deste ano ganhou um significado completamente novo. À espera da primeira filha, Isabela, o casal viveu a emoção de celebrar a maternidade pela primeira vez – ainda antes da chegada oficial da bebê.

Em meio aos preparativos para a nova fase, as duas descobriram que a maternidade começa muito antes do nascimento. Ela aparece nos pequenos gestos, no cuidado diário, nas conversas sobre o futuro e até na forma como o amor vai silenciosamente reorganizando prioridades e sensibilidades.

“A gente já começou a se presentear. A Isabela ainda não está aqui, está no forninho da Júlia, mas a gente já sente como se ela estivesse”, contou Mari em entrevista ao Terra.

Quando o desejo de construir uma família transforma tudo

Mari revelou que o sonho da maternidade surgiu de maneira mais concreta após o início do relacionamento com Júlia. Segundo a cantora, foi ao perceber a força da conexão entre as duas que nasceu também a vontade de construir uma família juntas. “Quando senti que ela era a pessoa com quem queria construir uma família, passei a ter esse desejo”, afirmou.

Casadas desde outubro do ano passado, elas começaram a conversar sobre a possibilidade de ter filhos ainda durante os preparativos para o casamento. A decisão foi seguir pelo processo de fertilização in vitro (FIV), permitindo que o óvulo de Mari fosse fecundado e transferido para o útero de Júlia.

Mais do que um processo médico, as duas enxergaram a experiência como uma construção afetiva compartilhada. “No processo que a gente fez, cada uma tem a sua importância. Ser mãe vai além da genética, vai além de quem está gerando”, refletiu Mari.

Maternidade também é vínculo emocional

Ao falar sobre a experiência da fertilização, a cantora destacou que a maternidade não se limita aos laços biológicos. Para ela, o que realmente constrói a relação entre mãe e filho é a dedicação emocional colocada nesse vínculo. “No processo que a gente fez, cada uma tem a sua importância. Ser mãe vai além da genética, vai além de quem está gerando, se é um filho seu de sangue ou se é um filho adotado. Ser mãe é um sentimento. O que importa é principalmente o quanto você se dedica para criar um ser humano”, declarou.

O casal conta que entrou no processo consciente de que a gravidez poderia levar tempo e exigir paciência emocional. Ainda assim, elas decidiram viver cada etapa sem transformar a ansiedade em sofrimento.

“A gente já estava bem pé no chão e tinha uma conversa muito consciente e respeitosa sobre isso”, lembrou a cantora. “Inclusive de, se a gente tivesse que tentar várias vezes e não desse certo, não iríamos deixar que isso fizesse a gente desistir.”

A gestação aconteceu na segunda tentativa da fertilização, trazendo ainda mais emoção ao processo. Pouco tempo depois, veio também a descoberta de que esperavam uma menina: Isabela, nome escolhido pelas duas para a primogênita.

As transformações silenciosas da gestação

Júlia está no quarto mês de gravidez e, segundo Mari, embora o relacionamento continue leve e amoroso, algumas mudanças emocionais já começaram a aparecer na rotina do casal.

A cantora conta que a esposa está mais sensível durante a gestação – e que ela própria também passou a experimentar emoções diferentes desde que começou a viver a expectativa da maternidade. “Muda muita coisa na vida de quem está carregando a gestação. Muda muito o humor da mulher”, disse.

Entre os momentos mais marcantes, Mari relembrou uma situação simples, mas profundamente simbólica: preparar uma refeição para Júlia. “Outro dia fiz um arroz com frango para ela e, quando dei o prato, ela chorou emocionada porque estava se sentindo muito cuidada.”

O cuidado que transforma relações

Em um mundo tão acelerado, histórias como a de Mari e Júlia acabam lembrando que o amor também se constrói nos detalhes aparentemente pequenos: no prato de comida preparado com carinho, no apoio durante os momentos de insegurança e na escolha diária de construir algo juntas.

Talvez seja justamente isso que torne a maternidade uma experiência tão transformadora. Antes mesmo da chegada de um filho, ela já começa a ensinar sobre presença, parceria, vulnerabilidade e cuidado.

Leia também: Onda de gravidez: fenômeno raro está gerando recorde de bebês”

icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também