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Após 6 anos, Céline Dion prepara retorno histórico aos palcos; entenda a doença que a afastou dos holofotes
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Após 6 anos, Céline Dion prepara retorno histórico aos palcos; entenda a doença que a afastou dos holofotes

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Bons Fluidos
24/03/2026 13h53
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Céline Dion está pronta para emocionar o mundo novamente com seu retorno oficial aos palcos em setembro. A estrela deve realizar uma série de apresentações na Paris La Défense Arena, local com capacidade para 40 mil pessoas. O anúncio foi antecipado pelo jornal franco-canadense, La Presse, após cartazes de sucessos como ‘Power of Love‘ surgirem pelas ruas de Paris.

Este retorno marca o fim de um hiato de quase seis anos longe das turnês musicais. A última aparição impactante da artista ocorreu nos Jogos Olímpicos de 2024, onde cantou na Torre Eiffel. Céline precisou pausar a carreira em 2022 devido ao diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida, uma condição autoimune rara.

O que é a doença rara e autoimune de Céline Dion?

A doença causa rigidez muscular extrema e espasmos que impediam a cantora de usar sua voz como antes. “Infelizmente, esses espasmos afetam todos os aspectos da minha vida diária”, revelou Dion em suas redes sociais. Ela explicou que a condição trazia dificuldades até para caminhar, mas reforçou sua determinação: “Quero que todos vocês saibam, não vou desistir”.

A síndrome ataca o sistema nervoso central  e é mais comum em mulheres acima dos 40 anos. Segundo o que o neurologista Gustavo Franklin, do Hospital Marcelino Champagnat, disse à BBC News Brasil, “a doença tem um caráter autoimune, ou seja, ela faz com que algumas células do próprio corpo ataquem outras células saudáveis”. O médico esclarece que o corpo produz anticorpos que atacam estruturas nervosas, gerando espasmos dolorosos.

Não há cura, mas existe tratamento

Embora o quadro não tenha cura, existem tratamentos eficazes com imunossupressores e relaxantes musculares. O especialista ressalta que “há tratamentos que, em alguns casos, funcionam tão bem que o paciente é considerado em estado de remissão”. Com força total na recuperação, a diva canadense agora retoma sua trajetória na arena que já recebeu ícones como Taylor Swift e Rolling Stones.

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