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15ª edição do Olhar de Cinema, o Festival Internacional de Cinema de Curitiba, começa nesta quinta (4)
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15ª edição do Olhar de Cinema, o Festival Internacional de Cinema de Curitiba, começa nesta quinta (4)

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04/06/2026 11h00
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Um dos principais eventos da sétima arte no Brasil, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba inicia a sua 15ª edição nesta quinta-feira, dia 4 de junho, e se estende até o próximo dia 13, com mais de 70 produções exibidas nos principais espaços culturais da capital paranaense, como o MON – Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), a Ópera de Arame, o Cine Passeio, a Cinemateca, e o Teatro da Vila.

Neste ano, os filmes, entre curtas e longas-metragens, estão divididos nas mostras Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense Sanepar, Exibições Especiais, Olhares Clássicos Cine Passeio, Olhar Retrospectivo, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento.

As produções selecionadas para as Mostras Competitivas, tanto a Internacional quanto a Brasileira, concorrem pelos prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atuação, entre outros, concedidos pelo Júri, além das premiações do público, responsável por eleger o Melhor Longa e o Melhor Curta nas duas mostras. 

Ainda há ingressos disponíveis para algumas sessões, que podem ser adquiridos por R$8 (meia-entrada) a R$16 (inteira) diretamente no site oficial do Olhar de Cinema — acesse clicando aqui.

Confira a programação completa da 15ª edição do Olhar de Cinema:

Filme de abertura

Yellow Cake, novo longa de Tiago Melo (Azougue Nazaré), estrelado por Rejane Faria (Marte Um) e Tânia Maria (O Agente Secreto), abre a 15ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, em uma sessão para mais de 1500 pessoas no emblemático teatro Ópera de Arame.

Ambientada em Picuí, na Paraíba, a novidade retrata as consequências de um experimento conduzido por cientistas estrangeiros, que tentam erradicar o mosquito Aedes aegypti com o uso de urânio. Quando o experimento falha, uma pesquisadora brasileira precisa, com a ajuda de garimpeiros locais, conter o desastre antes que seja tarde demais.

Competitiva Brasileira – Longas

  • “A Noite e os Dias de Miguel Burnier” (Dir. João Dumans| Brasil | 2026 | 80’) – Convivendo com o tédio e a falta de oportunidades, abraçados ao álcool como único companheiro das noites e dos dias, um grupo de amigos se esforça para levar a vida adiante num pequeno distrito minerário do interior do Brasil.
  • “Adulto/Homem” (Dir. Pedro Diógenes | Brasil | 2026 | 70’) – O que podem dizer 20 rostos de atores que estão à espera de um teste de elenco? 
  • “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha” (Dir. Janaína Marques | Brasil | 2026 | 92’) – Cercada pelo zumbido hipnótico de uma máquina de ressonância magnética, Rosa é instruída a pensar em um momento feliz de sua vida. É dentro dessa odisseia subconsciente que ela reencontra sua mãe, Dalva, com quem inventa memórias inexistentes. 
  • Maxita” (Dir. Mariana Machado, Ana Maria Machado|Brasil | 2026| 64’) –  Davi Kopenawa, xamã yanomami e uma das principais vozes indígenas do Brasil, enfrenta a ameaça da chegada de grandes mineradoras em seu território na Amazônia. O acompanhamos em travessia até Brumadinho, Minas Gerais, onde se depara com as marcas do rompimento de uma barragem de mineração em 2019. Entre a terra e o plano espiritual, sua jornada SE CRUZA com a dos maxita watimapë — os “comedores de terra” — e reencontra seu velho amigo de luta, Ailton Krenak. 
  • “Olhe Para Mim” (Dir. Rafhael Barbosa | Brasil | 2026 | 89’) – A mãe de Marcelo desapareceu quando ele tinha 10 anos de idade, deixando nele um vazio sem fim. O menino se tornou um jovem que vaga por cemitérios e se refugia em memórias inventadas para suportar a realidade. Um dia, dois seres misteriosos atravessam seu caminho. Marcelo embarca com uma dupla numa viagem pelas fronteiras entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos. 
  • “Quase Inverno” (Dir. Rodrigo Grota|Brasil | 2026 | 93”) – Três irmãs retornam para a fazenda em que nasceram. Em meio ao reencontro com o irmão, recebem a visita de militares e encaram questões e segredos do passado. 
  • “Reparação” (Dir. Marcus Curvelo | Brasil | 2026 | 70’) – No dia em que completa 35 anos, Marcus e sua mãe procuram um lugar no litoral para espalhar as cinzas do pai. Quando sua mãe adoece, ele passa a sentir que o sal do mar onde o pai descansa corrói lentamente a sua vida. 
  • “Telúrica, a íntima utopia” (Dir. Mariana Lacerda | Brasil | 2026 | 104’) – Em São Paulo, a companhia teatral Ueinzz — formada por atores que vivem em sofrimento psíquico — cria uma peça sobre a extinção da Terra e a vontade humana de perdurar. Durante os ensaios, sonhos, palavras e modos de existência emergem como espécies frágeis a serem preservadas. Enquanto atuam, o grupo contempla a sobrevivência, o pertencimento e a preservação contínua de sua própria comunidade. 

Competitiva Brasileira – Curtas

Competitiva Internacional – Longas

Competitiva Internacional – Curtas

Novos Olhares

A Mostra Novos Olhares é voltada a produções ousadas, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, optando pela radicalidade e desprendimento das convenções do cinema.

Mostra Pequenos Olhares

Este espaço reúne uma seleção de produções voltada às crianças, entre longas e curtas-metragens, com o intuito de promover aos pequenos uma experiência única dentro do festival. 

  • Papaya” (Dir. Priscilla Kellen | Brasil | 2025 | 74’) – uma pequena semente de mamão, apaixonada pela ideia de voar, precisa continuar se movendo para evitar enraizar-se. Perseverante, ela descobre o poder de suas raízes, que conectam a vida por caminhos profundos e misteriosos, desencadeando uma grande revolução, transformando seu ambiente e realizando seu sonho da forma mais inusitada. 
  • “A Menina que Queria ser Pedra” (Dir. Jackson Abacatu | Brasil | 2026 | 9’) –  Um menino curioso e uma menina serena se encontram à beira de um lago. Ali surgem reflexões sobre a vida, de forma sutil e inesperada. Afinal, o que é ser uma pedra? 
  • “Aterro Zeitgeist”( Dir. Kapel Furman | Brasil | 2026 | 8’) –  Uma história sobre uma estranha ilha e seus cidadãos com cabeças de concreto, e um aterro onde eles achavam que poderiam se livrar dos seus males, até uma pequena Carranca de barro aparecer. Um conto surreal sobre como toda ação gera consequências. 
  • “Canção de Peixes e Pássaros” (“Balada de peces y pájaros” | Dir. Anny Uribe, Juan José Arévalo | Espanha | 2025 | 7’) – Carlina perdeu o pai no conflito armado colombiano e vive sozinha com a mãe. A dor ainda é avassaladora, e ambas se apegam às suas memórias e objetos pessoais para sobreviver. Tudo muda com o aparecimento de um peixe místico que será o guia de Carlina durante sua aventura. 
  • “Ecos do Amanhã” (Dir. Antônio Eder |Brasil | 2026 | 7’) – Em um mundo onde o cotidiano revela silenciosamente os sinais do colapso ambiental, uma pequena abelha percorre três histórias interligadas que expõem os dilemas da nossa era: a alienação urbana, o consumismo desenfreado e a escassez de recursos naturais. Sem diálogos, o curta-metragem Ecos do Amanhã nos convida a refletir sobre nossos hábitos e escolhas diante da crise climática. Além do alerta, é um convite à reflexão do presente e do futuro incerto. 
  • “Kika Não Foi Convidada” (Dir. Juraci Júnior | Brasil | 2026 | 15’) – Uma menina descobre que não é bem-vinda em uma festinha de aniversário. Enquanto aprendem sobre o valor de uma verdadeira amizade, crianças ensinam sobre empatia e acolhimento. 
  • “Nosso Tempero” (Dir. Alunos e alunas da Escola Municipal João Victor Lagoa Nova/RN e Equipe Animazul, Vitória/ES | Brasil | 2026 | 9’) – Num pequeno povoado dominado pelo caju, no interior do Rio Grande do Norte, uma menina nascida e criada ali confessa que detesta o fruto. Filme realizado a partir de uma oficina de cinema do Projeto Animação (IMA). 
  • O Jardim Mágico” (Dir. Carlon Hardt, Naira Carneiro | Brasil | 2025 | 6’) – Dois amigos descobrem um tesouro escondido, mas ambos se recusam a aceitá-lo. Juntos, encontram uma solução que fará brotar um lindo futuro para toda a aldeia. O Jardim Mágico é uma história sobre generosidade e o poder transformador dos verdadeiros tesouros. 
  • Theo” (Dir. Monica Palazzo, Jo Galvv | Brasil | 2026 | 15’) – Em 1986, uma criança de sete anos desafia os padrões de gênero e o preconceito em sua escola ao lutar para jogar futebol entre os meninos — e descobrir, no campo, a força de ser quem se é.

Mirada Paranaense Sanepar

A Mirada Paranaense Sanepar promove um panorama da produção audiovisual do Paraná, com um olhar dedicado a filmes de todo o estado. 

  • “A Holandesinha” (Dir. João Gabriel Kowalski, Luisa Godoi | Brasil | 2026 | 90’) – O longa acompanha Luiza Godoi Acosta, uma jovem com Síndrome de Down que sonha em ser cineasta e realiza o seu primeiro curta-metragem “Lágrimas de um Pierrot”. O documentário percorre todas as etapas do processo criativo, revelando sua visão de mundo, os desafios enfrentados e as superações diante do capacitismo. Produzido no interior do Paraná, o filme celebra a inclusão e afirma o cinema como espaço de possibilidades, pertencimento e perseverança.  
  • Enluarada” (Dir. Pedro Nascimento | Brasil | 2026 | 10’) – Lucília busca por paz sob a luz do luar, mas é acometida por manifestações intensas de seu subconsciente, que a obrigam a buscar, em sua individualidade, uma forma de enxergar um mundo melhor dentro de sua vida caótica. Ao longo de uma noite atravessada por emoções da personagem, que ganham forma e presença, a narrativa parte de um caráter surrealista e subjetivo que propõe uma imersão no íntimo invadido de Lucília, desencadeando uma jornada que representa um processo de escuta interior. 
  • “Estrelas Terrestres” (Dir. Rafael Neri M. Ferreira | Brasil | 2025 | 15’) – Miguel, 17 anos, morador de uma pequena cidade do interior do Brasil, sonha em se tornar ator. Ao passar em um teste em uma grande cidade, ele se vê diante do dilema de deixar para trás sua casa e seu melhor amigo, João. Miguel percebe que fugir é mais fácil do que se despedir. 
  • Imunidade” (Dir. Milla Jung, Candida Monte | Brasil | 2025 | 26’) –  Imunidade explora a fabulação de futuros através de uma narrativa audiovisual experimental tecida por mulheres-artistas. Partindo da ideia de que “dizer é agir”, substitui o discurso do apocalipse pela urgência da voz situada — a “garganta de carne” que carrega a memória e a corporeidade da América Latina. Por meio de performances vocais e coreografias de palavras, o vídeo cria um território vibrátil de resistência, desafiando o silenciamento histórico para projetar outros modos de existir. 
  • “Las Vegas, Cuba” (Dir. Felipe Eugênio Lovo | Brasil, Cuba | 2026 | 11’) –  No futuro, uma androide viajante desembarca em uma Havana deserta em busca de Las Vegas, um cabaré mítico fundado por um guerrilheiro. 
  • “O Caçador” (Dir. Lucas Mancini | Brasil | 2025 | 20’) –  No interior rural do Paraná, um trabalhador idoso, atormentado pela fome, segue o rastro de um misterioso cachorro preto que caça para sobreviver. 
  • “Reza para Baobabs: Um Ebó de Palavras para Ayami e Zola” (Dir. Bea Gerolin | Brasil | 2026 | 4’) –  Os ibejis recém nascidos Ayomi e Zola recebem seu primeiro ebó de palavras: uma oferenda de proteção, fé e ancestralidade. 
  • “Tornar-se Ciborgue no Interior” (Dir. Louisa Savignon | Brasil | 2026 | 20’) – Leo e Julia, proprietários de um sítio, querem filhos, mas estão com problemas de fertilidade. Ava e Mia, um casal lésbico, acabaram de se mudar para o sítio vizinho. A vinda das duas mulheres criará tensão com os vizinhos. 
  • “Yvyra’ijá há Jate’í Reheguá – Os Quatro Guerreiros e o Jatei” (Dir. Coletivo Ava Guarani de Cinema | Brasil | 2025 | 9’) –  Quando era um jovem xondaro, guerreiro do povo Guarani, Libório desbravava fazendas e enfrentava fazendeiros em busca da abelha Jateí. Hoje, já ancião, Libório ensina seus netos a criar as abelhas na própria aldeia: “Antigamente o mato era livre. Se quisesse podia entrar e trazer Jateí, caçar e trazer os bichos. Hoje em dia não, a gente só tem esse pedacinho de mato onde os Ava Guarani podem entrar.” 

Mostra Exibições Especiais

Esse espaço é dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada, que estrearam em outros eventos, mas chegam para Curitiba no Olhar de Cinema. 

Olhares Clássicos Cine Passeio

Este espaço reúne uma seleção diversa de filmes de todo o mundo que marcaram a história da sétima arte, integrando a mostra como uma homenagem a seus realizadores, assim como por seus posicionamentos inovadores em relação às produções contemporâneas da edição.

  • “Beirute Fantasma” (“Ashbah Beyrouth” | Dir. Ghassan Salhab | Líbano, França | 1998 | 120’) – Cheio de fantasmas e memórias, o longa-metragem de estreia de Ghassan Salhab se passa no final dos anos 1980, perto do fim da Guerra Civil Libanesa. O protagonista Khalil retorna a Beirute sob uma nova identidade para um confronto com os velhos amigos e companheiros de armas que ele deixou para trás após sua morte forjada uma década antes. 
  • “Veludo Azul” (“Blue Velvet” | Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1986 | 120’) – A atmosfera é calma e colorida. É mais um sonho americano. Até que Jeffrey (Kyle MacLachlan) encontra uma orelha humana jogada em um campo. O jovem se vê atraído para uma conspiração cada vez mais profunda pelo submundo de sua antes tão perfeita cidade natal. Em ares surreais, o clima noir e detetivesco toma conta da intrincada trama, conduzida em um mundo de sensualidade e violência. Um dos mais reconhecidos trabalhos de David Lynch (1946-2025) é exibido 40 anos após seu lançamento, no ano em que o cineasta completaria 80 anos de idade. 
  • “Corações Desertos” (“Desert Hearts” | Dir. Donna Deitch | Estados Unidos | 1986 | 91’) – Enquanto aguarda os papéis do divórcio, uma reprimida professora de literatura é inesperadamente seduzida por uma jovem lésbica despreocupada e cheia de vida. 
  • “As Aventuras do Príncipe Achmed” (“Die Abenteuer des Prinzen Achmed” | Dir. Lotte Reiniger | Alemanha | 1926 | 67’) –  Baseada nos contos de As Mil e Uma Noites, a animação de silhuetas narra as aventuras mágicas de Príncipe Achmed em terras distantes onde ele faz amizade com uma bruxa, conhece Aladin, luta contra demônios e se apaixona por uma princesa. 
  • “High School” (Dir. Frederick Wiseman | Estados Unidos | 1968 | 75’) – High School foi filmado em uma grande escola urbana na Filadélfia. O filme documenta como o sistema escolar existe não apenas para transmitir “fatos”, mas também para disseminar valores sociais de uma geração para outra. High School apresenta uma série de encontros formais e informais entre professores, alunos, pais e administradores, através dos quais a ideologia e os valores da escola emergem. 
  • “Hollywood Studios” (Dir. Arthur Rogge | Brasil | 1930 | 46’) –  Filmado durante a estadia de Rogge nos Estados Unidos entre 1927 e 1928, o filme percorre as ruas de Hollywood, Los Angeles, interessado em revelar ao público brasileiro as estruturas dos grandes estúdios, os atores e atrizes famosos, a cultura e as curiosidades locais. Com gosto de atualidade cinematográfica, este quase centenário filme “paranaense” demonstra por detrás de suas cartelas informativas e retratos peculiares o interesse do empresário tornado cineasta, Arthur Rogge, pelo desenvolvimento de uma indústria cinematográfica local. 
  • “Aqui e em Qualquer Lugar” (“Ici et ailleurs” | Dir. Jean-Luc Godard, Anne-Marie Miéville | França | 1976 | 53’) – Quando o “eu”, “ele” e “ela” chegam a uma região próxima da Palestina, onde combatentes revolucionários se educam com princípios socialistas, em resposta ao sionismo, entra em cena o povo, a luta do povo, até a vitória. Ou seja, estamos diante do “nós”, um princípio coletivo que Jean-Luc Godard e Anne-Marie Miéville revelam na ilha de montagem. O “aqui” europeu e o “lá” palestino se encontram num filme ensaio feito em solidariedade à luta palestina, num momento em que diretores de cinema do mundo inteiro criaram parcerias com o braço cinematográfico da OLP, Organização pela Libertação da Palestina. 
  • “Eles Não Existem” (“Lays lahum wujud” | Dir. Mustafa Abu Ali | Palestina | 1974 | 25’) –  Filmando em condições extraordinárias, o diretor que fundou a divisão de cinema da OLP, aborda as condições nos campos de refugiados do Líbano, os efeitos dos bombardeios israelenses, e a vida dos guerrilheiros em campos de treinamento. 
  • “Vento Norte” (Dir. Salomão Scliar | Brasil | 1951 | 73’) – A rotina de uma pequena vila de pescadores no litoral do extremo sul do Brasil é abalada pela chegada de um misterioso forasteiro. Sua presença irá despertar paixões e desencadear uma série de ações violentas entre os habitantes locais, conduzindo a trama a um desfecho trágico. 
  • “As Harmonias de Werckmeister” (“Werckmeister harmóniák” | Dir. Béla Tarr, Ágnes Hranitzky | Hungria | 2000 | 145’) –  Adaptado de um romance de László Krasznahorkai, As Harmonias de Weckmeister se desenrola em um tempo desconhecido, em um vilarejo sem nome, onde, um dia, um circo misterioso — com direito a uma enorme baleia empalhada e uma figura sombria e demagógica conhecida como o Príncipe — chega e parece despertar nos cidadãos uma espécie de loucura que caminha inexoravelmente em direção à violência. 

Filme de Encerramento

Para encerrar a sua 15ª edição, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba selecionou “Salvação(“Kurtulos”| Dir. Emin Alter | Turquia, França, Países Baixos, Grécia, Suécia | 2026 | 120’), que irá estrear mundialmente no evento.

LEIA A MATÉRIA ORIGINAL EM: 15ª edição do Olhar de Cinema, o Festival Internacional de Cinema de Curitiba, começa nesta quinta (4)

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