Home
Esportes
Internautas não perdoam aparição de rato na abertura dos Jogos
Esportes

Internautas não perdoam aparição de rato na abertura dos Jogos

publisherLogo
Caras
26/07/2024 19h17
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51000/original/Caras.png?1764195980
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

A cerimônia de abertura das Olimpíadas 2024 aconteceu na tarde desta sexta-feira, 26, em Paris, na França. Durante o evento, um vídeo de um rato roubou a cena logo no início da apresentação na TV.

Os internautas não perdoaram a presença do rato no vídeo que mostrava as catacumbas de Paris durante o caminho da tocha olímpica por Paris. Tanto que várias pessoas lembraram do ratinho Remy, que é o protagonista do filme Ratatouille, cuja história se passa em Paris.

“Remy apareceu”, disse um internauta. “Ratatouillie foi homenageado, merecidíssimo”, comentou outro. “Rato passando no metrô de Paris”, declarou mais um.

Veja no Twitter
twitter

Legal que mostraram até o Ratatouille nas catacumbas.

July 26, 2024
Veja no Twitter
twitter

A gente mostrando só as maravilhas do BR na nossa abertura. Eles mostraram os ratos das catacumbas... #CerimoniaDeAberturapic.twitter.com/p7xZLYeYIq

July 26, 2024

Supertição do técnico da seleção feminina de vôlei

O técnico de vôlei José Roberto Guimarães, que comanda a seleção feminina de vôlei, revelou que tem uma superstição para dar sorte nas Olimpíadas. No dia da abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, na França, ele afirmou que não troca o seu uniforme depois de uma vitória do time.

"Eu começo com uma roupa. Se nosso time ganha, só vou lavando e usando a mesma. Não troco", disse ele.

E esta não é a única superstição dele, que tem outras manias para manter a sorte. "Gosto de jogar sempre com a mesma cor. Se ganho, mantenho. Não gosto de ficar em apartamento no andar quatro. No Japão e em alguns outros países, o quatro tem o mesmo significado que morte. Então eles não têm o quarto andar ou o décimo terceiro, por exemplo. Eu prefiro evitar. Se vamos para algum hotel, eu recebo a chave e já vejo o número. Se a soma der quatro, eu troco. Passar embaixo de escada também nem pensar", declarou. 

 

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também