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Como superar comportamentos disfuncionais
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Como superar comportamentos disfuncionais

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Anamaria
30/10/2025 21h40
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Você já sentiu que vive o mesmo tipo de situação várias vezes, mesmo tentando fazer tudo diferente? Seja nos relacionamentos, nas finanças ou na forma como se cobra demais, é comum repetir padrões de comportamento que parecem se repetir sozinhos. A boa notícia é que existem formas de quebrar esses ciclos e promover uma verdadeira cura emocional.

Segundo a terapeuta integrativa Iolanda Kofuji, especialista em Consciência Sistêmica e Hipnose Clínica, muitos desses comportamentos automáticos vêm de experiências passadas não resolvidas. “Repetimos histórias porque o inconsciente busca resolver algo que ficou em aberto. Quando entendemos a origem emocional do comportamento, conseguimos agir de forma consciente e não mais por repetição”, explica.

As terapias integrativas combinam saberes científicos, energéticos e espirituais para restaurar o equilíbrio entre corpo, mente e alma. Mais do que tratar sintomas, essas práticas ajudam na reconciliação com a própria história e na cura de memórias profundas que limitam o presente.

Como superar relações repetitivas 

Trocar de parceiro, mas reviver as mesmas dinâmicas — carência, rejeição ou abandono — é mais comum do que parece. As terapias integrativas ajudam a compreender de onde vêm essas repetições emocionais, muitas vezes ligadas a experiências do passado.

Quando aprendemos a reconhecer a origem dos nossos sentimentos, fica mais fácil encerrar ciclos que já não fazem sentido e abrir espaço para relações mais saudáveis e autênticas.

terapias integrativas
Como superar comportamentos disfuncionais – Crédito: FreePik

Autossabotagem e crenças limitantes

Prometer mudanças e desistir no meio do caminho é um sinal clássico de autossabotagem. Segundo Iolanda, a Hipnose Clínica e Ericksoniana pode acessar o inconsciente para reprogramar crenças limitantes e liberar medos que travam o avanço pessoal e profissional.

Ao compreender a raiz da insegurança, torna-se possível agir com mais confiança e clareza, abrindo espaço para novos resultados e conquistas.

Conflitos com autoridade e consciência sistêmica

Dificuldade em lidar com chefes, professores ou figuras de poder pode ter relação com dinâmicas antigas, geralmente ligadas à infância. Por meio da consciência sistêmica, é possível identificar essas projeções e transformar a maneira como reagimos.

Esse olhar terapêutico ensina que, ao compreender as emoções que estão por trás dos conflitos, conseguimos agir de forma mais madura e equilibrada.

Excesso de controle e o medo do imprevisível

Pessoas que tentam controlar tudo costumam agir movidas pelo medo de perder algo ou reviver situações dolorosas. As terapias energéticas e sistêmicas trabalham justamente essa necessidade de controle, promovendo confiança e entrega.

“Controlar é uma forma de se proteger, mas quando aprendemos a confiar, abrimos espaço para novas experiências”, lembra Iolanda. A prática constante dessa entrega permite viver com mais leveza e autenticidade.

Culpa constante e cura da criança interior

Sentir-se responsável por tudo e por todos é um fardo emocional pesado. As terapias integrativas ajudam a compreender que cada pessoa tem o próprio caminho, e que carregar a dor alheia impede o crescimento pessoal.

Ao tratar a criança interior ferida, aprendemos a nos libertar da culpa e acolher nossa história com mais compaixão e consciência.

Mais do que aliviar sintomas, as terapias integrativas ajudam a curar a origem das dores emocionais, trazendo mais presença e equilíbrio para o dia a dia. “Quando compreendemos o que o corpo e as emoções estão tentando nos mostrar, conseguimos transformar dor em consciência e repetir menos, vivendo com mais plenitude”, conclui a terapeuta.

Resumo:
As terapias integrativas unem ciência, energia e espiritualidade para curar padrões inconscientes que geram dor e repetição. Ao olhar para a origem emocional dos comportamentos, é possível desenvolver consciência, romper ciclos e viver de forma mais equilibrada e confiante.

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Leia a matéria original aqui.

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