Existem pontos positivos: Geração Z é a que mais procura por aprendizado contínuo no trabalho
Anamaria

A dinâmica do mercado corporativo está mudando rapidamente com a ascensão dos nativos digitais. De acordo com a Pesquisa FIA – Lugares Incríveis para Trabalhar 2025, a Geração Z no mercado demonstra um interesse 56% maior em aprender constantemente se comparada a outros grupos. Esses jovens, nascidos entre 1995 e 2010, já representam 18% da força de trabalho atual. Para eles, o crachá vai muito além do salário; o que realmente importa são as oportunidades reais de evolução dentro da companhia.
O que atrai e fideliza o talento jovem
Certamente, o principal fator de permanência desses profissionais é a perspectiva de futuro. Segundo o levantamento, 39% dos jovens apontam o crescimento e o aprendizado como pilares para não trocarem de emprego. Além disso, a carreira e desenvolvimento caminham lado a lado com a busca por estabilidade. Ao contrário do que muitos pensam, essa geração valoriza a segurança profissional, desde que ela venha acompanhada de liberdade para criar e inovar.
Consequentemente, as empresas que desejam reter esses talentos precisam investir em uma cultura de proximidade. Lina Nakata, professora da FIA Business School, explica que os jovens buscam um relacionamento sólido com as lideranças. No entanto, o estudo mostra um ponto de atenção: a Geração Z sente falta de feedbacks mais frequentes e de uma conexão humana mais profunda para tratar de assuntos pessoais.

Desafios para as lideranças e conexão humana
A liberdade para inovar também aparece como um diferencial de realização para 16% dos entrevistados. Por isso, as empresas “incríveis para trabalhar” são aquelas que oferecem autonomia. Em resumo, entender as necessidades da Geração Z no mercado é o segredo para construir ambientes de trabalho mais produtivos, diversos e preparados para os desafios tecnológicos do futuro.
Resumo: A Geração Z prioriza o aprendizado contínuo e o crescimento rápido, com índices de busca por desenvolvimento 56% maiores que a média. A pesquisa FIA destaca que, para manter esses jovens, as empresas precisam focar em estabilidade, feedbacks frequentes e liberdade para inovar.
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