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O que está lotando os prontos-socorros pode te surpreender — e não é só gripe
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O que está lotando os prontos-socorros pode te surpreender — e não é só gripe

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Anamaria
23/03/2026 16h00
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Os pronto-socorro estão mais cheios — e, ao contrário do que muita gente imagina, não é só por causa da gripe. Dados recentes mostram que as doenças infecciosas e as doenças respiratórias lideram os atendimentos de urgência no Brasil, com destaque para casos gastrointestinais que cresceram de forma significativa.

Segundo levantamento da Rede Total Care, do Grupo Amil, mais de 4,1 milhões de atendimentos foram realizados entre 2024 e 2025. Nesse cenário, os números revelam uma tendência clara: quadros como diarreia, gastroenterite e infecções das vias aéreas superiores continuam levando milhares de pessoas ao pronto-socorro todos os dias.

O aumento desses casos chama atenção para algo importante: muitos sintomas considerados simples podem evoluir rapidamente, exigindo avaliação médica. Ou seja, mesmo quando parecem leves, as doenças infecciosas e as doenças respiratórias merecem atenção.

Pronto-socorro: por que as doenças infecciosas lideram os atendimentos?

Os dados mostram que os casos de diarreia e gastroenterite somaram mais de 235 mil atendimentos no período analisado, com crescimento de 15% de um ano para o outro. Já as doenças respiratórias, como infecções agudas das vias aéreas superiores, ultrapassaram 221 mil consultas, registrando aumento de 10%.

Esse avanço acontece, principalmente, por fatores como mudanças de clima, maior circulação de vírus e até hábitos alimentares. Além disso, a rotina corrida pode levar muita gente a ignorar os primeiros sinais do corpo. No entanto, quando os sintomas se intensificam, a busca pelo pronto-socorro se torna inevitável.

Especialistas alertam que, embora muitos casos tenham baixa gravidade, alguns grupos precisam de atenção redobrada. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, por exemplo, podem apresentar piora mais rápida. Por isso, identificar sinais de alerta faz toda a diferença.

Quando procurar o pronto-socorro?

Saber a hora certa de buscar ajuda pode evitar complicações. Em geral, alguns sinais indicam que não dá para adiar a ida ao pronto-socorro — principalmente quando há suspeita de doenças infecciosas ou doenças respiratórias.

Fique atenta aos principais sinais de alerta:

  • Febre alta ou persistente por mais de 48 horas
  • Vômitos frequentes ou incapacidade de se alimentar
  • Sinais de desidratação, como boca seca e tontura
  • Dificuldade para respirar ou respiração acelerada
  • Dor intensa no corpo ou no abdômen
  • Cansaço extremo ou sensação de fraqueza fora do comum

Vale destacar que crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas exigem atenção redobrada. Nesses casos, mesmo sintomas considerados leves podem evoluir rapidamente.

Segundo a diretora de governança clínica da Rede Total Care, Naiana Cunha, o atendimento de urgência vai além do volume de pacientes. Ou seja, decisões rápidas, aliadas a protocolos bem definidos, garantem mais segurança desde o primeiro contato.

De acordo com a especialista, o pronto-socorro funciona como porta de entrada para um cuidado estruturado. Portanto, ouvir o corpo e agir com rapidez faz toda a diferença — especialmente diante do avanço das doenças infecciosas e das doenças respiratórias.

Resumo: As doenças infecciosas e as doenças respiratórias lideram os atendimentos em pronto-socorro, com aumento expressivo nos últimos anos. Casos gastrointestinais e infecções respiratórias cresceram e exigem atenção, principalmente em grupos de risco.
Identificar sinais de alerta e buscar ajuda no momento certo pode evitar complicações.

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Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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