Home
Estilo de Vida
Cidades brasileiras entram em ranking das mais felizes do mundo; confira quais
Estilo de Vida

Cidades brasileiras entram em ranking das mais felizes do mundo; confira quais

publisherLogo
Bons Fluidos
01/05/2026 00h15
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51005/original/Bons_Fluidos.png?1764195908
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Três cidades brasileiras figuram no maior estudo mundial sobre desenvolvimento urbano e qualidade de vida. O Happy City Index 2026 avaliou mais de 3.400 municípios com base em indicadores como saúde, mobilidade, economia e meio ambiente, e criou o ranking das 250 cidades mais felizes do mundo.

Brasil em destaque

Na pesquisa, Copenhague (Dinamarca), seguida por Helsinque (Finlândia) e Genebra (Suíça), apareceram nas primeiras posições. Ademais, territórios asiáticos ganharam destaque, como Tóquio, no Japão, que ocupa o quinto lugar. Isso significa que as cidades, segundo o levantamento, demonstraram qualidade de vida, sustentabilidade e estratégias de desenvolvimento a longo prazo.

Além da Europa e da Ásia, a América Latina também conquistou espaço no ranking. São Paulo foi o mais colocado do continente, ocupando o 161º lugar com 5.743 pontos. A capital paulista, inclusive, superou centros conhecidos mundialmente, como Nova York e Hong Kong.

As análises, baseadas em 64 indicadores com pesos entre 0,5% e 3%, apontaram ainda Curitiba (197ª) e Belo Horizonte (219ª) como cidades com desenvolvimento urbano de destaque. Além disso, na América Latina, figuram Buenos Aires e Posadas, na Argentina. Já na 250ª posição, aparece Guadalajara, no México. Fechando a lista, a pesquisa incluiu, no 251º lugar, a cidade de Kiev, sem pontuação ou comparação, como um “sinal de respeito pelos esforços das autoridades municipais ucranianas em circunstâncias extraordinariamente difíceis”

Entenda o ranking de cidades mais felizes

Entre os critérios para o resultado, que reuniram 150 mil dados, estão a expectativa de vida, a presença de universidades de prestígio global e a oferta de áreas verdes por habitante. O índice também avalia os níveis de poluição do ar, o acesso ao ensino superior e a participação eleitoral. Os mais de 450 estudiosos explicam, contudo, que “o índice não foi concebido para eleger uma única ‘melhor cidade’ do mundo”.

“Este é um avanço positivo, embora o ranking ainda não seja totalmente inclusivo. O índice identifica cidades que combinam boa governança, sustentabilidade, resiliência e bem-estar, oferecendo um panorama mais equilibrado do desenvolvimento urbano global”, apontaram, por fim.

*Leia também: Você sabe quais são as 10 melhores cidades do mundo para se viver?

icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também