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Yoga com cobras: estúdio viraliza com prática exótica para vencer medos
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Yoga com cobras: estúdio viraliza com prática exótica para vencer medos

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Bons Fluidos
22/04/2026 20h15
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O estúdio LXRYOGA na Califórnia está desafiando os limites do bem-estar ao colocar cobras vivas sobre os alunos durante as aulas. Chamada de Snake Yoga, a modalidade promete muito mais do que apenas relaxamento físico. Segundo os fundadores do local, a prática é uma oportunidade única para os participantes superarem medos antigos.

Os proprietários, Tess e Huy Cao, criaram o conceito após adotarem serpentes de estimação durante a pandemia de Covid-19. “A primeira píton-real veio em 2020 e, desde então, nossa coleção cresceu para oito cobras”, contou Tess ao site People. As serpentes utilizadas são da família píton e não possuem veneno, garantindo a segurança dos alunos.

Segurança e o sorteio dos cristais

As aulas duram 45 minutos e recebem apenas quatro pessoas por vez para manter o controle total da experiência. Antes de começar, cada aluno sorteia um cristal para definir qual cobra será sua parceira no tapete. Tess explicou que existe uma orientação rigorosa para que ninguém machuque ou estresse os animais: “Até agora, ninguém foi mordido. Nossa cobra mais velha tem quatro anos e nunca tivemos problemas”.

O desafio do relaxamento profundo no yoga com cobras

O momento mais impactante ocorre na pose de relaxamento final, conhecida como savasana. Os praticantes ficam deitados enquanto sentem o peso e o movimento das cobras deslizando sobre seus corpos. “Parece um episódio de Fear Factor, mas a maioria acha a experiência relaxante e fortalecedora”, revelou ao veículo ao abordar a sensação térmica e tátil dos répteis.

Mesmo enfrentando críticas de quem teme os animais, o casal defende o valor terapêutico da inovação. Tess observa que muitos alunos buscam a aula justamente para enfrentar a fobia de répteis. “Alguns vêm por curiosidade, outros para superar o medo de cobras, mas todos saem com uma nova perspectiva e apreciação por esses animais. Muitos até consideram ter uma cobra depois da experiência”, concluiu.

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