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Sítios arqueológicos no Alentejo – 3 dicas imperdíveis
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Sítios arqueológicos no Alentejo – 3 dicas imperdíveis

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Rota De Férias
11/03/2026 13h00
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O Alentejo, maior região de Portugal, reúne um importante conjunto de vestígios pré-históricos da Europa, incluindo círculos de pedras, dólmens e menires que remontam aos primeiros períodos da ocupação humana. Esses monumentos, mais antigos do que muitos sítios arqueológicos da Europa Ocidental, ajudam a compreender transformações essenciais das antigas comunidades, como o desenvolvimento da agricultura, das crenças espirituais e das primeiras formas de organização social.

3 sítios arqueológicos 

A seguir, confira três sítios arqueológicos para incluir no roteiro de viagem pela região do Alentejo.

Cromeleque dos Almendres

Nos arredores de Évora, no Alentejo, estão diversos sítios megalíticos, incluindo menires, dólmens e antigos assentamentos em ruínas. Um dos mais conhecidos é o Cromeleque dos Almendres, formado por 95 monólitos de granito dispostos em círculos e pequenos agrupamentos.

Conhecido como o maior monumento megalítico conhecido da Península Ibérica e um dos mais antigos do mundo, o conjunto tem origem no sexto milênio a.C., cerca de três mil anos antes de Stonehenge.

Menir da Meada

Situado em Castelo de Vide, em um vale cercado por sobreiros e azinheiras, o Menir da Meada é o mais alto da Península Ibérica, com mais de quatro metros de altura acima do solo e cerca de sete metros de comprimento. Classificado como Monumento Nacional de Portugal desde 2013, o menir é apontado como um dos mais antigos já datados no mundo, erguido entre 4810 e 5010 a.C.

O monumento está associado às primeiras comunidades neolíticas da região, que esculpiam grandes blocos de pedra e os posicionavam em encostas voltadas para o nascer do sol, possivelmente ligados a rituais relacionados à fertilidade da terra.

Gruta do Escoural

A atração reúne registros de arte rupestre associados ao período Paleolítico e pode ter sido utilizada como local de sepultamento ao longo do tempo. As pinturas retratam cenas de caça e indicam vestígios de ocupação humana que remontam a cerca de 50 mil anos a.C., quando grupos neandertais utilizavam o espaço como abrigo.

Já no período Neolítico, a gruta passou a desempenhar função funerária, acompanhada pela presença de um pequeno assentamento nas proximidades.

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