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Grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master, entra com pedido de recuperação judicial
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Grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master, entra com pedido de recuperação judicial

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ICARO Media Group TITAN
02/02/2026 13h02
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©Reprodução/Grupo Fictor
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O Grupo Fictor apresentou um pedido de recuperação judicial para as empresas Fictor Holding e Fictor Invest ao Tribunal de Justiça de São Paulo. A solicitação ocorre após a declaração de liquidação do Banco Master, que foi adquirido pelo grupo no ano passado em uma operação que não se concretizou. O comunicado emitido destaca que a medida busca equilibrar as operações e garantir o pagamento dos compromissos financeiros, visando principalmente os sócios como principais credores.

Segundo o grupo, a crise de liquidez teve início em novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master, impactando diretamente a reputação da Fictor Holding e Fictor Invest. Após a liquidação do banco adquirido, o grupo enfrentou especulações de mercado que resultaram em notícias negativas, afetando significativamente a liquidez das empresas.

A recuperação judicial solicitada inclui um pedido de tutela de urgência para suspender execuções e bloqueios por 180 dias, a fim de garantir um ambiente de negociação estruturada e equilibrada. O Grupo Fictor ressalta seu compromisso em quitar as dívidas sem deságio e relata a intenção de preservar mais de 10.000 empregos diretos e indiretos durante o processo.

Fundado em 2007, o Grupo Fictor atua nos segmentos de indústria alimentícia, energia, infraestrutura e soluções de pagamento. A empresa destaca que a recuperação judicial não inclui as subsidiárias, que continuam operando normalmente sob seus contratos vigentes. O grupo assegura ter adotado medidas de reestruturação, como a redução da estrutura física e do quadro de funcionários, antes do pedido de recuperação judicial, visando proteger os direitos trabalhistas de seus colaboradores.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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