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Homem é preso em SC após colar adesivo de suástica no carro
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Homem é preso em SC após colar adesivo de suástica no carro

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Aventuras Na História
24/01/2026 17h22
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https://timnews.com.br/system/images/photos/16678110/original/open-uri20260124-35-1og5kor?1769275804
© Divulgação/Polícia Militar
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Um homem de 70 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Santa Catarina após ser flagrado circulando com um adesivo de suástica nazista colado no vidro de seu carro em Araranguá, no sul do estado. A prisão ocorreu na quinta-feira, 22, após moradores acionarem as autoridades ao perceberem o símbolo ofensivo no veículo estacionado em via pública.

Além da suástica, associada ao regime responsável pelo genocídio de milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial, o carro também exibia a frase “Brasil Guerra Civil já”, o que aumentou a preocupação de quem viu o veículo e levou à denúncia à polícia.

Quando os policiais chegaram ao local, o veículo estava trancado e o motorista havia se afastado, aparentemente após uma pane mecânica, conforme relatos. Ele foi localizado em seguida e encaminhado à Central de Flagrantes da região, onde foi autuado por racismo e apologia ao nazismo, crimes previstos na legislação brasileira na Lei nº 7.716/1989 (Lei do Racismo), que considera tais condutas inafiançáveis.

Suástica nazista

Em depoimento, o homem confirmou aos agentes que era o proprietário do carro e que havia encomendado e colado os adesivos por conta própria, mesmo depois de ter sido alertado por familiares sobre as possíveis implicações legais de exibir símbolos associados ao nazismo. Ele admitiu que tinha ciência de que sua conduta poderia resultar em problemas com a Justiça, mas optou por manter os adesivos no veículo.

A suástica nazista é considerada símbolo de ódio e está associada a uma ideologia criminosa responsável por crimes contra a humanidade. No Brasil, a exibição pública desse tipo de símbolo pode configurar crime de apologia a grupos e práticas racistas, o que justifica a ação policial e a detenção do suspeito.

Após a formalização do flagrante, o idoso deve passar por audiência de custódia, em que um juiz avaliará a manutenção ou alteração de sua detenção.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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