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Suspeito no assassinato de Andrés Escobar é encontrado morto
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Suspeito no assassinato de Andrés Escobar é encontrado morto

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Aventuras Na História
07/02/2026 18h03
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Um homem citado nas investigações do assassinato do ex-jogador colombiano Andrés Escobar, morto em 1994, foi encontrado morto no México, segundo informou nesta sexta-feira, 6, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro. A morte reacende a atenção sobre um dos crimes mais emblemáticos da história recente do futebol e da violência associada ao esporte no país.

Morte de Andrés Escobar

Andrés Escobar, então zagueiro da seleção colombiana e do Atlético Nacional, foi assassinado em Medellín no dia 2 de julho de 1994, apenas dez dias depois da eliminação da Colômbia na Copa do Mundo dos Estados Unidos. O jogador havia marcado um gol contra na partida contra a seleção anfitriã, resultado que contribuiu para a saída precoce do time do torneio. O episódio chocou o mundo esportivo e transformou Escobar em um símbolo trágico da relação entre futebol, violência e crime organizado.

Na noite do crime, Escobar deixava uma boate em Medellín quando se envolveu em uma discussão relacionada ao jogo. Segundo as investigações da época, ele foi baleado por Humberto Muñoz Castro, motorista de Santiago Gallón. O assassinato ocorreu em um contexto de forte instabilidade na Colômbia, que enfrentava altos índices de violência mesmo após a morte de Pablo Escobar, líder do cartel de Medellín.

O caso gerou comoção internacional e alimentou diversas teorias sobre suas motivações. Entre elas, surgiram especulações envolvendo máfias ligadas a apostas ilegais e a influência do narcotráfico, especialmente do cartel de drogas atuante na região. O homicídio de um jogador da seleção nacional em plena ascensão esportiva expôs ao mundo a dimensão da violência que ainda marcava o país naquele período.

Relatos de testemunhas indicaram que Santiago Gallón e seu irmão, Pedro David, teriam confrontado e insultado o jogador durante a discussão. Ainda segundo essas versões, Humberto Muñoz Castro efetuou os disparos que mataram Escobar. Muñoz foi condenado em 1995 a 43 anos de prisão pelo crime, mas permaneceu detido até 2005, quando deixou a prisão, conforme repercute a CNN Brasil.

Décadas depois, o assassinato de Andrés Escobar continua sendo lembrado como um marco doloroso da história do futebol colombiano. A notícia da morte de um homem ligado às investigações reforça o peso simbólico do caso e a permanência de suas consequências na memória coletiva do país.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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