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Vulcão Kilauea expele lava a 200 metros e fecha parque no Havaí
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Vulcão Kilauea expele lava a 200 metros e fecha parque no Havaí

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Aventuras Na História
10/04/2026 13h25
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©Reprodução / X
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O vulcão Kilauea, localizado na Ilha Grande do Havaí, entrou em erupção na manhã da quinta-feira, 9, lançando jatos de lava que atingiram mais de 200 metros de altura.

Alertas de cinzas e riscos

Diante desse cenário extremo, o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos emitiu um alerta severo sobre a queda constante de cinzas na região sudeste da ilha. Além disso, existe o risco iminente de queda de grandes fragmentos vulcânicos, chamados cientificamente de tefra, que podem chegar ao tamanho de bolas de futebol nas proximidades da cratera.

Portanto, as partículas menores carregadas pelo vento também geram grande preocupação às autoridades, pois causam irritação aguda no sistema respiratório e problemas nos olhos.

De acordo com informações do jornal O Globo, para evitar danos graves à saúde, o Serviço de Parques Nacionais divulgou orientações muito claras para quem está nos arredores da região turística. Recomenda-se fortemente o uso contínuo de roupas de manga longa, calças compridas e óculos de proteção ocular adequada.

Dessa forma, a população consegue reduzir significativamente a exposição física direta aos compostos químicos voláteis e aos detritos sólidos lançados pela intensa atividade vulcânica.

Frequência de intensa atividade

Vale ressaltar que o Kilauea é historicamente reconhecido mundialmente como um dos vulcões mais ativos e imponentes de todo o planeta. Segundo os dados levantados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos, apenas nas primeiras horas de atividade já foram produzidos cerca de 3,6 milhões de metros cúbicos de lava extremamente quente.

Desde 1952, o cume registrou dezenas de episódios eruptivos variados, cujas durações oscilaram de algumas poucas semanas até períodos superiores a mais de um ano ininterrupto.

Ainda recordando o histórico do local, uma erupção de imensas proporções ocorrida em 2018 deixou um grande rastro de destruição na infraestrutura, forçando a evacuação imediata de moradores.

Por causa desses riscos geológicos contínuos, a área mais próxima ao ponto central da atual erupção permanece restrita e fechada ao público desde o ano de 2007. Sendo assim, o bloqueio permanente visa evitar acidentes com rachaduras profundas no solo e deslizamentos perigosos que expõem o material totalmente incandescente.


*Sob supervisão de Éric Moreira

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