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Líder do PCC procurado há uma década tinha camisetas autografadas por Neymar
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Líder do PCC procurado há uma década tinha camisetas autografadas por Neymar

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Contigo!
30/10/2025 22h07
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Sérgio Luiz de Freitas Filho, apelidado de “Mijão” e considerado uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), possuía duas camisetas da seleção brasileira autografadas por Neymar, com dedicatória ao criminoso. Mijão está foragido da Justiça há pelo menos 10 anos.

A descoberta foi anunciada pelo promotor Marcos Rioli, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 30.

Segundo Rioli, o fato indica que Mijão possivelmente continua frequentando o Brasil, inclusive em eventos de futebol, o que é comum entre pessoas investigadas. As camisetas foram apreendidas para investigação.

A divulgação aconteceu em paralelo à Operação Off White, deflagrada nesta quinta em Campinas, interior de São Paulo, voltada a um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.

A operação cumpriu nove mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão em Campinas, Artur Nogueira e Mogi Guaçu. Entre os alvos estão membros da facção, empresários, agiotas, influenciadores digitais e dois dos maiores traficantes do país.

A Off White é um desdobramento de uma ação anterior, que levou à prisão de dois empresários acusados de planejar a morte do promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, do Gaeco de Campinas, no fim de agosto.

Seis investigados foram detidos: Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”; Sérgio Luiz de Freitas Neto (filho de Mijão); Renan Ferraz Castelhano; Ronaldo Alexandre Vieira; Maurício Conti; e Bárbara Batista Borges.

Outro investigado, Luiz Carlos dos Santos, morreu em confronto com a polícia após disparar contra um sargento da Polícia Militar, que foi atingido no ombro e levado ao Hospital da Unicamp.

Maurício Silveira Zambaldi, o “Dragão”, e José Ricardo Ramos já estavam presos. O paradeiro de Mijão segue desconhecido há mais de uma década, com suspeitas de que ele estaria vivendo com luxo na Bolívia junto a outros líderes da facção.

Veja:

 

Leia também: Saiba o estado de saúde dos policiais baleados em megaoperação no Rio; um perdeu a perna

Leia a matéria original aqui.

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