Piauí registra segundo caso suspeito de intoxicação por metanol
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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) confirmou, nesta segunda-feira (6), um segundo caso suspeito de intoxicação por metanol no estado. Assim como o primeiro paciente, o novo caso foi registrado em Parnaíba, município localizado no litoral piauiense. Ambos foram atendidos no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) e já receberam alta médica após apresentarem melhorias no quadro clínico.
Detalhes do. ocorrido
De acordo com a Sesapi, o primeiro paciente encontrado o hospital na última sexta-feira (3), e o segundo no sábado (4). “Ambos receberam atendimento médico, evoluíram bem e já receberam alta hospitalar”, informou o Órgão em nota oficial. A secretaria também comunicou que as possíveis causas e situações dos casos estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Piauí (PCPI), em conjunto com autoridades sanitárias. “As instituições seguem acompanhando a situação e adotando todas as medidas conforme os protocolos vigentes”, acrescentou a Sesapi.
Como tudo começou
O primeiro caso registrado foi o de um jovem de 28 anos que apresentou sintomas como dor abdominal, visão turva e episódios de vômito após consumir gim. Segundo informações repassadas pelo hospital, o rapaz já havia procurado atendimento na quarta-feira (1º), quando foi medicado e liberado depois, mas retornou dois dias devido à persistência dos sintomas. Após nova avaliação e tratamento, ele recebeu alta no sábado (4).
A secretaria destacou ainda que segue o protocolo elaborado a partir das diretrizes do Ministério da Saúde, incluindo a solicitação de exames laboratoriais para confirmar ou descartar o diagnóstico de intoxicação por metanol.
Enquanto isso, a Polícia Civil trabalha para identificar a origem da possível substância contaminada que pode ter sido ingerida pelos pacientes. As autoridades reforçaram o alerta sobre os riscos do consumo de bebidas selecionadas de procedimento duvidoso, que podem conter metanol, substância altamente tóxica, capaz de causar graves danos à saúde, como cegueira e até a morte.
A Sesapi e a PCPI continuam monitorando o caso e investigando se há relação entre os dois episódios registrados em Parnaíba.
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