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Veja o que se sabe sobre o pai preso suspeito de matar a filha após farsa de overdose ser revelada
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Veja o que se sabe sobre o pai preso suspeito de matar a filha após farsa de overdose ser revelada

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Contigo!
24/10/2025 22h26
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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu preventivamente, nesta terça-feira (21/10), um homem de 48 anos suspeito de ter assassinado a própria filha, uma jovem de 22 anos, no dia 7 de outubro, no Condomínio Mestre D’Armas II, em Planaltina (DF).

Inicialmente, o suspeito tentou ludibriar a polícia, alegando que a jovem havia passado mal após o uso excessivo de cocaína, apresentando convulsões. No entanto, ao longo das investigações, novos elementos de prova, incluindo depoimentos de testemunhas e exames periciais, revelaram inconsistências brutais na versão apresentada pelo pai.

Pai tentou alterar a cena do crime

A investigação da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) descobriu que o pai omitiu a presença de uma testemunha que esteve na residência durante a madrugada, momentos antes do crime.

O mais grave, segundo os investigadores, é que o pai da vítima tentou ativamente alterar a cena do crime: ele lavou o sangue da vítima e retirou drogas e objetos do local, dificultando o trabalho da perícia.

A versão de que as lesões encontradas no corpo da jovem seriam decorrentes de tentativas de reanimação também foi derrubada. O laudo cadavérico apontou que as lesões eram incompatíveis com procedimentos de socorro. As diligências da PCDF indicaram que pai e filha eram usuários de drogas e faziam uso das substâncias juntos.

Prisão em clínica de reabilitação

O homem foi localizado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, nas proximidades de Águas Lindas de Goiás.

Ele foi conduzido à 16ª DP, autuado e posteriormente encaminhado à Carceragem da Polícia Civil do Distrito Federal, onde permanece à disposição da Justiça. As equipes destacaram que as investigações foram cruciais para esclarecer as contradições no relato inicial do investigado, viabilizando a comprovação de sua participação no crime e trazendo respostas à família da vítima.

 

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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