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Inflação desacelera para menor taxa em outubro desde 1998, aponta IBGE
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Inflação desacelera para menor taxa em outubro desde 1998, aponta IBGE

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ICARO Media Group TITAN
11/11/2025 15h54
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, registrou uma desaceleração em outubro, conforme apontam os dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice marcou 0,09% no mês, representando uma queda em relação a setembro, quando a alta foi de 0,48%, impulsionada principalmente pelos preços da energia elétrica. A inflação acumulada no país atingiu 3,73% em 12 meses até outubro de 2025 e 4,68% nos últimos doze meses.

No mês de outubro, o grupo de Vestuário teve destaque, com aumento de 0,51% nos preços, contribuindo com 0,02 ponto percentual no índice geral de inflação. Por outro lado, a energia elétrica foi um dos principais fatores que influenciaram negativamente o índice do mês, com queda de 2,39%, em especial a energia elétrica residencial. Em contrapartida, itens como aparelhos telefônicos (-2,54%) e seguro de carros (-2,13%) contribuíram para conter a inflação em outubro.

A principal queda nos preços em outubro foi atribuída à energia elétrica residencial, que ficou 2,39% mais barata, de acordo com o IBGE. A mudança na bandeira tarifária, passando para o patamar 1 da bandeira vermelha, gerou essa redução nos custos. Em termos de variações nos setores, o grupo Alimentação e Bebidas, de maior peso na inflação, teve uma alta discreta de 0,01%, interrompendo uma sequência de quedas registradas nos meses anteriores.

A inflação oficial brasileira, medida pelo IPCA, apresentou uma desaceleração em outubro, passando de 0,48% para 0,09%, segundo dados divulgados pelo IBGE. Esse resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que previam um aumento entre 0,10% e 0,16%. No acumulado dos últimos doze meses até outubro, o IPCA atingiu uma alta de 4,68%, saindo dos patamares acima de 5% registrados nos meses anteriores. Esse resultado também se encontra acima da meta inflacionária estabelecida pelo CMN e perseguida pelo BC, que é de 3%, com uma margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

 

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