"No crazy war": em inglês, Maduro pede paz em meio a tensões com os EUA
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fez um apelo pela paz e condenou as ações militares dos Estados Unidos na região, pedindo que não haja uma escalada de conflitos. Maduro criticou firmemente as operações americanas no Caribe e no Pacífico, classificando-as como uma ameaça à soberania da Venezuela. Os EUA intensificaram suas ações contra supostos traficantes de drogas, resultando em diversos ataques que geraram controvérsia e preocupação.
Maduro afirmou que as operações militares dos EUA na região têm como objetivo uma mudança de regime para se apropriar do petróleo venezuelano. O presidente também destacou a necessidade de busca pela paz e harmonia, rejeitando veementemente a guerra. Em suas declarações, Maduro enfatizou a importância de evitar um conflito armado e defendeu a resolução pacífica de disputas.
As críticas de Maduro surgem em meio à intensificação das ações militares americanas, que incluem a presença de contratorpedeiros, submarinos, barcos com efetivos das forças especiais, destróieres com mísseis guiados, caças F-35, submarino nuclear e cerca de 6,5 mil militares na região. Os ataques realizados pelas forças americanas resultaram na morte de supostos traficantes de drogas, gerando debate sobre a legalidade e as consequências dessas operações.
O presidente americano, Donald Trump, anunciou planos de realizar ações militares em terra contra cartéis, sem citar diretamente a Venezuela. Trump afirmou que as operações contra traficantes de drogas continuarão, mesmo diante das críticas e questionamentos sobre a legalidade das ações. A escalada das tensões na região levantou preocupações sobre possíveis desdobramentos e a necessidade de diálogo para evitar um conflito armado.
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