Operação no Oriente Médio deixa 3 militares dos EUA mortos e 5 feridos graves
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O domingo (1º) foi marcado por novos detalhes oficiais sobre os desdobramentos da operação contra o Irã: o Pentágono informou que três militares americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos.
Segundo a rede NBC, os militares atingidos estavam lotados no Kuwait, país citado como aliado dos Estados Unidos na região e que abriga bases militares americanas.
Os episódios mais recentes ocorrem após o ataque coordenado realizado por forças armadas dos Estados Unidos e de Israel no sábado (28), depois de semanas de aumento de tensão. De acordo com as informações divulgadas, a ofensiva resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e também de chefes militares.
Após os ataques, o Irã lançou ações contra Israel e contra bases militares dos EUA no Oriente Médio. Até a última atualização mencionada no relato, não havia indicação de quais bases americanas teriam sido alvo, nem confirmação de impactos.
Ainda no domingo (1º), a mídia estatal iraniana atribuiu a morte de chefes militares iranianos a bombardeios dos Estados Unidos e de Israel.
A morte do aiatolá Ali Khamenei foi confirmada pelo governo do Irã e por sua mídia estatal no fim da noite de sábado (28), no horário de Brasília. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia afirmado antes que o líder supremo do Irã morreu durante um bombardeio.
Khamenei, que esteve à frente do país por quase quatro décadas, teve a morte inicialmente confirmada pela agência estatal Fars no Telegram, com a frase: " O líder supremo da Revolução foi martirizado".
O gabinete do governo do Irã, chefiado por Masoud Pezeshkian, anunciou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral, descrevendo o episódio como um "crime" e afirmando que "marcará uma nova página na história do mundo islâmico e do xiismo". O texto também trouxe a declaração: " O sangue puro deste descendente do profeta fluirá como uma fonte impetuosa e erradicará a opressão e o crime americano-sionista. Desta vez, com toda a força e firmeza, e com o apoio da nação islâmica e dos homens livres do mundo, faremos com que os autores e mandantes deste grande crime se arrependam".
A agência estatal iraniana disse ainda que Khamenei foi morto no local de trabalho na manhã de sábado e incluiu a mensagem: " Os meios de comunicação ligados ao regime sionista e à reação regional alegaram repetidamente que, por medo de assassinato, o líder da Revolução vivia em um local seguro e escondido. Seu martírio em seu local de trabalho provou, mais uma vez, a falsidade dessas alegações e da guerra psicológica do inimigo".
No mesmo conjunto de comunicados, foi divulgado o posicionamento das Guardas Revolucionárias, que afirmaram: " O Corpo da Guarda da Revolução Islâmica, as Forças Armadas da República Islâmica e o vasto Basij (milícia popular) continuarão poderosamente o caminho de seu guia para defender o precioso legado deste líder supremo".
Em publicação na Truth Social, Trump declarou que Khamenei não teria conseguido escapar de sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos em parceria com Israel e escreveu que os bombardeios continuariam para buscar "paz no Oriente Médio e no mundo". Ele também publicou: " Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte".
Antes disso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse haver indícios de que Khamenei estava morto e mencionou a destruição de um complexo associado ao líder supremo.
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