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Polícia de Goiás recupera vídeo em que corretora grava ataque de síndico
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Polícia de Goiás recupera vídeo em que corretora grava ataque de síndico

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19/02/2026 17h28
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©Reprodução/Câmeras de Segurança
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A Polícia Civil de Goiás apresentou, nesta quinta-feira (19), uma gravação recuperada que registra a sequência de movimentos de Daiane Alves Souza antes do ataque atribuído ao síndico Cléber Rosa de Oliveira, em Caldas Novas (GO). O material foi exibido durante uma coletiva e integra a apuração do caso ocorrido em 17 de dezembro de 2025, no subsolo de um prédio.

O delegado Jão Paulo Mendes disse que o homem estava com a capota de uma caminhonete aberta e que “ Ele posicionou o carro mais próximo ao local onde pretendia render a Daiane”. A investigação também sustentou que “Daiane foi testemunha do próprio homicídio”, destacando o peso do vídeo na conclusão do caso.

De acordo com a apuração, os disparos que mataram Daiane não teriam ocorrido dentro do prédio, mas possivelmente na área de mata onde o corpo foi localizado após cerca de 40 dias de desaparecimento. O superintendente da Polícia Científica, Ricardo Matos, informou que a arma era uma pistola .380 semiautomática. A corretora foi atingida por dois tiros; um projétil ficou alojado na cabeça e outro atravessou e saiu pelo lado esquerdo.

Cléber e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, foram presos na madrugada de 28 de janeiro. Segundo a polícia, o síndico indicou o ponto onde o corpo estava, mas não descreveu a dinâmica do crime durante o interrogatório. Maicon foi detido por suspeita de ajudar na ocultação de provas, porém a polícia afirmou ter descartado a participação dele no homicídio e informou que ele será solto.

Ainda segundo as informações divulgadas, no dia 17 de dezembro de 2025 Daiane gravava registros sobre a queda de energia e enviava o material a uma amiga, mas o vídeo do ataque não foi encaminhado. A gravação foi recuperada depois que o celular da vítima foi encontrado em uma caixa de esgoto do prédio, em 30 de janeiro, durante perícia; o aparelho, conforme a polícia, permaneceu no local por 41 dias.

Em nota, a defesa de Cléber informou que não teve acesso a todos os documentos inseridos recentemente na investigação, principalmente ao relatório final, e que só vai se manifestar após analisar o conteúdo. O g1 relatou ter procurado a defesa do filho do síndico, sem retorno até a última atualização.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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