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Bicicletas elétricas: quais são as principais situações de risco no dia a dia?
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Bicicletas elétricas: quais são as principais situações de risco no dia a dia?

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Anamaria
29/01/2026 14h00
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A mobilidade urbana no Brasil passa por uma mudança clara. Cada vez mais pessoas trocam o carro por alternativas práticas e sustentáveis, e as bicicletas elétricas já fazem parte da rotina, especialmente em grandes centros como São Paulo. Esse avanço facilita o deslocamento, mas também traz desafios importantes ligados à segurança.

Os números ajudam a entender o tamanho dessa transformação. Segundo a Aliança Bike, o Brasil já soma mais de 212 mil bicicletas elétricas em circulação. Além disso, dados da Grand View Research mostram que o mercado nacional movimentou cerca de US$ 393,7 milhões em 2024 e deve ultrapassar US$ 640 milhões até 2030, com crescimento anual estimado em 8,4%. Ou seja, a micromobilidade deixou de ser alternativa pontual e se consolidou como um novo padrão urbano.

Micromobilidade elétrica avança e expõe novos riscos

Com a expansão da micromobilidade elétrica, as cidades passaram a lidar com riscos específicos. Bicicletas, patinetes e scooters elétricas têm alto valor, são leves e, na maioria dos casos, não contam com identificação obrigatória. Por isso, acabam atraindo a atenção de criminosos.

Para Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs, especializada em monitoramento e segurança patrimonial, o crescimento acelerado exige novas estratégias. “Antes, motos e bicicletas convencionais já eram alvos frequentes. Agora, com a chegada em massa dos veículos elétricos leves, o interesse dos criminosos aumentou significativamente. Esse crescimento acelerado exige novas estratégias de proteção, tanto por parte dos usuários quanto de empresas, condomínios corporativos e gestores urbanos”, explica.

Além disso, muitos usuários ainda subestimam os riscos no dia a dia, especialmente em trajetos curtos ou considerados “seguros”, o que amplia a exposição a furtos e roubos.

Principais situações de risco no uso diário

  • Ruas e ciclovias: roubos rápidos, muitas vezes com abordagem direta ao usuário
  • Garagens e prédios comerciais: furtos facilitados por falhas no controle de acesso
  • Patinetes e scooters elétricas: maior vulnerabilidade por serem leves e fáceis de transportar

Tecnologia como aliada da segurança urbana

Diante desse cenário, especialistas defendem que tecnologia e segurança urbana caminhem juntas. Sistemas de rastreamento em tempo real, cercas virtuais e alertas automáticos ajudam a identificar movimentações suspeitas e agilizam a resposta em caso de ocorrência.

Esse cuidado ganha ainda mais importância em regiões corporativas, onde muitos profissionais adotaram as bicicletas elétricas como principal meio de transporte. Quando o deslocamento acontece com mais segurança, o estresse diminui e a produtividade aumenta. Além disso, empresas reforçam compromissos com bem-estar, sustentabilidade e práticas de ESG.

Resumo: As bicicletas elétricas já fazem parte do dia a dia urbano no Brasil. O avanço da micromobilidade elétrica traz benefícios, mas também novos riscos. Tecnologia e planejamento surgem como aliados da segurança urbana. O desafio está em equilibrar mobilidade, inovação e cuidado com as pessoas.

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Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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