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NASA define o ano em que a Terra acabará e será mais cedo do que imaginamos
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NASA define o ano em que a Terra acabará e será mais cedo do que imaginamos

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Bons Fluidos
13/04/2026 22h15
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A Terra deixará de ter oxigênio em um bilhão de anos, um prazo significativamente menor do que as previsões anteriores sugeriam. Um estudo conduzido pelos cientistas Kazumi Ozaki e Christopher T. Reinhard, com dados do Instituto de Astrobiologia da NASA, revela que o destino do nosso planeta já tem uma data marcada. Segundo os pesquisadores, a estimativa atual é de que a vida na Terra, como a conhecemos, “acabe por volta do ano 1.000.002.021”.

O Sol como o verdadeiro culpado pelo fim

Diferente do que muitos imaginam, a causa principal desse apocalipse não será a ação humana. Embora o Relógio do Juízo Final monitore crises climáticas e conflitos nucleares, o verdadeiro vilão desta história é o Sol. Atualmente, o oxigênio compõe cerca de 20% da nossa atmosfera, mas esse equilíbrio é temporário e está à mercê das mudanças solares inevitáveis.

O estudo publicado na revista científica ‘Nature Geoscience‘ explica que o Sol sofrerá uma expansão natural e passará a liberar muito mais calor. Esse aumento de temperatura fará com que a água seja extraída da superfície terrestre e enviada para a atmosfera em níveis críticos. Esse processo comprometerá diretamente a renovação do oxigênio, tornando o planeta inabitável para a maioria das espécies.

Um bilhão de anos a menos que o previsto

As projeções anteriores eram mais otimistas e previam que a Terra suportaria a vida por mais dois bilhões de anos. Entretanto, Ozaki e Reinhard recalcularam os dados e concluíram que as estimativas antigas estavam erradas. Para os cientistas, o fim do oxigênio ocorrerá em metade do tempo esperado e eles descartam a possibilidade de a humanidade encontrar meios de reverter esse destino natural do sistema solar.

Para monitorar esses processos em escala cósmica, a NASA aposta na iniciativa “Large Ultraviolet Optical Infrared Surveyor” (LUVOIR). Esse projeto permitirá observar mudanças atmosféricas fora da Terra, ajudando a identificar o ciclo de vida em outros planetas. Por enquanto, a descoberta serve como um lembrete de que a estabilidade do nosso mundo depende de engrenagens astronômicas que estão muito além do nosso controle.

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