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Saiba como se proteger de golpes financeiros em meio ao carnaval
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Saiba como se proteger de golpes financeiros em meio ao carnaval

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13/02/2026 16h08
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©© Fernando Frazão/Agência Brasil
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Um relato ocorrido no pré-carnaval na Bela Vista, em São Paulo (SP), reúne alertas sobre fraudes que aparecem com mais força em ambientes de grande circulação e consumo rápido.

O médico Caio Franco, de 29 anos, contou que, durante um bloquinho, uma compra com ambulante se transformou em prejuízo elevado. “A minha suspeita é que o meu cartão tenha sido trocado quando fui comprar uma bebida pela metade do preço”, afirma. Depois, ele identificou mais de R$ 16 mil em diferentes compras feitas no cartão. Como as operações foram presenciais e com senha, a contestação ficou mais difícil. Caio entrou com processo judicial, mas perdeu após mais de um ano.

O tema também foi comentado por Felipe Paniago, um dos fundadores da plataforma Reclame Aqui. Ele apontou que medidas simples podem reduzir perdas: atenção ao uso do cartão em locais inseguros, cuidado ao manusear dinheiro em espécie e proteção do celular. Paniago citou situações recorrentes envolvendo maquininhas, como troca de cartões, roubo de dados, cobrança duplicada sob alegação de falha e alteração de valores.

Além do cartão, Paniago chamou atenção para golpes com PIX, incluindo uso de QR Codes falsos. Entre recomendações mencionadas estão habilitar senha, biometria ou reconhecimento facial nas transações, verificar o valor antes de confirmar, evitar maquininhas suspeitas, reduzir limite do PIX por aproximação e fortalecer o bloqueio do aparelho e de aplicativos bancários.

Outra preocupação destacada é a comercialização de ingressos falsos e abadás inexistentes, com promessas de acesso a camarotes e festas privadas. As fraudes aparecem em redes sociais, sites falsos e mensagens por aplicativos, frequentemente com ofertas abaixo do preço de mercado e tom de urgência. A orientação citada é comprar apenas por plataformas oficiais ou canais reconhecidos e desconfiar de cobrança exclusivamente via PIX ou transferências sem garantia.

A jornalista Alice Gomes, de 42 anos, relatou ter sido vítima de uma oferta recebida pelo Instagram para um camarote no Sambódromo do Rio de Janeiro, no ano passado. Ela pagou R$ 3 mil, mas a negociação não se concretizou: o perfil foi excluído e ela foi bloqueada. “Ela mostrou o ingresso digital e pegou meus dados para fazer a transferência”. Depois, decidiu mudar de postura: “Neste ano, eu vou de novo. Mas agora só compro nos sites oficiais mesmo”.

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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