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Mariana Rios comenta desafios do pós-parto: 'Estava destruída'
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Mariana Rios comenta desafios do pós-parto: 'Estava destruída'

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Bons Fluidos
05/02/2026 01h30
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A atriz Mariana Rios completou 42 dias como mãe nesta terça-feira (3) e aproveitou o momento para se abrir, por meio das redes sociais, sobre os desafios enfrentados no pós-parto de seu primeiro filho, Palo, fruto do relacionamento com Juca Diniz.

Mariana Rios detalha experiências da maternidade

Em seu perfil no Instagram, a famosa iniciou o relato afirmando que tinha uma visão diferente da maternidade antes do nascimento do pequeno. “Antes de viver, eu via mulheres que em poucos dias do parto pareciam prontas. As fotos serenas, os vídeos com o bebê no colo, discursos organizados e uma maternidade quase imediatamente habitável. Eu quis fazer igual. Achei que conseguiria ocupar esse lugar com naturalidade”, contou.

Entretanto, ao vivenciar o pós-parto, ela se deparou com o outro lado de ser mãe, aquele que envolve o cansaço e a avalanche de emoções misturadas. Mariana Rios revelou que, nesse momento, “estava destruída”. “Uma fraqueza física profunda, o corpo exaurido e um emaranhado de sentimentos que não se deixavam organizar. Felicidade e angústia dividindo o mesmo espaço e um amor imenso, algo que parecia me cortar por dentro”, disse.

‘Não sinto falta da mulher que eu era’

Esses sentimentos, de acordo com a atriz, se intensificaram ainda mais logo após a chegada em casa, um momento que ela descreve como “um ponto sem retorno”, no qual “a vida continua acontecendo ao seu redor, mas em outro tom”. Além disso, Mariana aponta que é no pós-parto que “o amor cresce na mesma proporção do medo”, mas que, mesmo o receio, não a impede de vivenciar o tão esperado sonho de ser mãe.

“Medo de perder, medo de errar, medo de tudo. Uma presença constante, quase absurda, convivendo com a experiência mais linda que já vivi. Que loucura amar assim. E, ainda assim, o melhor de tudo é a possibilidade. A chance rara de viver esse amor, de abraçar, de se entregar sem garantia, de aceitar a intensidade sem tentar domar. Essa nova fase chegou, e eu não sinto falta da mulher que eu era antes; não há luto, há encontro. Eu abraço a mulher que nasce junto ao meu filho”, concluiu.

*Leia também: Caso Mariana Rios: o que diz a lei sobre nomes exóticos dados a recém-nascidos

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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