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Blefaroplastia: entenda quem pode fazer a cirurgia e quando ela é indicada
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Blefaroplastia: entenda quem pode fazer a cirurgia e quando ela é indicada

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Anamaria
03/02/2026 22h54
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De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), ela ocupa o primeiro lugar no ranking global. No Brasil, o procedimento também se destaca: foi a terceira cirurgia plástica mais realizada em 2024, evidenciando o crescente interesse pela técnica.

 

Apesar da popularidade, a blefaroplastia ainda gera muitas dúvidas entre pacientes, principalmente sobre indicações, segurança e resultados. Em entrevista, a oftalmologista Dra. Lara El Andere, especialista na área, esclarece os principais pontos sobre a cirurgia.

 

Quando a blefaroplastia é indicada?

 

A blefaroplastia é indicada para pessoas que apresentam excesso de pele, flacidez ou bolsas de gordura nas pálpebras, alterações que podem surgir com o envelhecimento ou por fatores genéticos. Segundo a Dra. Lara, além do impacto estético, em casos específicos a cirurgia pode trazer benefícios funcionais.

 

“Em uma parcela menor dos pacientes, o excesso de pele e a queda da sobrancelha podem comprometer o campo visual, especialmente na região lateral dos olhos. Nesses casos, a blefaroplastia pode melhorar a visão”, explica.

 

A cirurgia deixa cicatrizes aparentes?

 

Esse é um dos mitos mais comuns relacionados ao procedimento. De acordo com a especialista, as cicatrizes costumam ser discretas e pouco visíveis, pois ficam posicionadas estrategicamente.

 

“Na pálpebra superior, a cicatriz fica escondida no sulco natural do olho. Já na pálpebra inferior, ela é feita bem próxima aos cílios. Além disso, a pele da pálpebra é a mais fina do corpo, o que favorece uma cicatrização excelente”, destaca a médica.

 

Como funciona a anestesia?

 

Outro ponto que gera receio é a anestesia. A blefaroplastia pode ser realizada com anestesia local associada à sedação, prática adotada pela Dra. Lara por oferecer mais conforto ao paciente.

 

“A sedação é semelhante à utilizada em exames como endoscopia. O paciente dorme durante o procedimento, não sente desconforto e a experiência se torna muito mais tranquila”, afirma. Ela reforça que os procedimentos anestésicos atuais são seguros e realizados com acompanhamento de médico anestesista, além de um rigoroso pré-operatório.

 

O resultado pode ficar artificial?

 

Segundo a oftalmologista, quando bem indicada e realizada por um profissional qualificado, a blefaroplastia não altera a identidade do paciente.

 

“O objetivo é um resultado natural e harmônico com o rosto. Tudo é planejado em conjunto com o paciente antes da cirurgia, respeitando as características individuais”, explica.

 

Quem pode realizar a blefaroplastia?

A Dra. Lara é enfática ao afirmar que a blefaroplastia deve ser realizada exclusivamente por médicos devidamente capacitados.

 

“Não são todos os médicos que estão aptos a realizar esse procedimento. É fundamental que o profissional tenha formação específica, como oftalmologistas com especialização em oculoplástica ou cirurgiões plásticos qualificados e credenciados por sociedades médicas”, orienta.

 

A cirurgia é segura?

 

Embora seja considerada segura, como qualquer procedimento cirúrgico, a blefaroplastia envolve riscos raros. A possibilidade de complicações graves, como perda visual, existe, mas é extremamente incomum.

 

“Tomamos todas as medidas para minimizar riscos. Eventos graves são raríssimos, especialmente quando a cirurgia é feita por um especialista e com indicação correta”, reforça a médica.

 

É possível refazer a cirurgia?

 

A blefaroplastia pode ser realizada novamente, desde que haja indicação médica. Pacientes que passaram pelo procedimento há muitos anos ou que apresentaram alterações ao longo do tempo podem se beneficiar de uma nova abordagem cirúrgica.

 

“O procedimento costuma ser feito em um único ato cirúrgico, mesmo em casos mais avançados”, finaliza a Dra. Lara El Andere.

 

Dra. Lara El Andere é oftalmologista especializada em cirurgia plástica ocular, vias lacrimais e órbita, com formação pela Universidade Mogi das Cruzes e especialização no Hospital CEMA. Detentora de títulos reconhecidos pela AMB e CBO, trata condições como blefarite, calázio e blefarospasmo com precisão técnica e cuidado humanizado. Com atendimento bilíngue em português, inglês e árabe, amplia seu alcance a diferentes públicos

Fonte: Dra. Lara El Andere | @dralaraelandere

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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