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Falsas vagas de emprego: como se proteger dos golpes na hora da entrevista
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Falsas vagas de emprego: como se proteger dos golpes na hora da entrevista

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Anamaria
26/10/2025 13h00
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O Brasil ainda tem 6,3 milhões de desempregados, segundo o IBGE, e a pressão por uma vaga pode levar muitos a acreditarem em promessas mirabolantes. É justamente nesse cenário que golpistas encontram terreno fértil para agir, criando falsas oportunidades de emprego para extorquir dinheiro ou roubar dados pessoais. Por isso, é importante conhecer os tipos de golpes e aprender a lidar com eles – AnaMaria te ajuda!

O golpe da aprovação imediata

Uma das armadilhas mais comuns é a cobrança de taxas para exames admissionais ou toxicológicos. Normalmente, o contato é feito por SMS ou aplicativos de mensagem, com a promessa de contratação imediata. O candidato é informado de que já foi aprovado e precisa pagar para realizar um exame. Depois do Pix feito, o falso recrutador desaparece.
“Esse é um ponto de atenção importante por dois motivos. Primeiro, não se é aprovado em nenhuma vaga sem fazer uma entrevista ou qualquer outra forma de seleção. Segundo, os custos desses exames costumam ser das empresas e não do novo colaborador”, explica Andréa Felgueiras, gerente executiva de marketing para atração de talentos no ManpowerGroup Brasil.

O golpe das vagas falsas

Existe ainda o golpe das vagas falsas para roubo de dados ou de dinheiro. Então, é ideal  sempre confirmar a veracidade da oportunidade. Sites oficiais, redes sociais e até comunicados das empresas podem trazer alertas sobre fraudes. “Recomendamos certificar-se de que a vaga é verdadeira até mesmo antes de preencher qualquer formulário com dados pessoais, uma vez que os golpistas também podem fazer o uso indevido dessas informações”, orienta Andréa.
A especialista acrescenta que é válido pedir para que o recrutador envie informações por e-mail e conferir se o domínio é realmente da empresa. Outra medida é contatar diretamente os canais oficiais da companhia para confirmar se há, de fato, um processo seletivo em andamento.

Cuidado com o local da entrevista

Golpistas costumam usar até fotos de recrutadores reais e informações legítimas sobre as companhias para ganhar credibilidade. Por isso, se houver convocação para uma entrevista presencial, a recomendação é simples: pesquise o telefone da empresa e confirme o endereço. “Esse contato vai ajudar a entender se de fato está acontecendo uma triagem para a seleção de funcionários da empresa naquele endereço”, reforça Andréa.

Cuidados com os Golpes do Emprego. Foto: FreePik
Cuidados com os Golpes do Emprego. Foto: FreePik

A ansiedade por uma recolocação pode comprometer a análise crítica, mas é fundamental manter a calma. Promessas de contratação imediata, exigência de pagamento ou pedidos de dados pessoais logo no início do processo são sinais de alerta. Nessas situações, a melhor saída é parar, checar as informações e só seguir adiante quando tiver certeza da legitimidade da vaga.

“Sinto cheiro de golpe!”

Reconheça os sinais de que algo não está certo!

  • Nunca pague por exames ou taxas antes da contratação, esses custos são da empresa.
  • Pesquise a vaga no site oficial e redes sociais da companhia. 
  • Desconfie de aprovações sem entrevista ou processo seletivo. 
  • Confirme o e-mail do recrutador: o domínio deve ser da empresa. 
  • Ligue para o telefone oficial e cheque se o processo seletivo realmente existe. 
  • Evite enviar dados pessoais sem ter certeza da legitimidade da vaga. 
  • Promessas de contratação imediata merecem atenção redobrada. 

A matéria acima foi produzida para a revista AnaMaria Digital (edição 1489, de 3 de outubro de 2025). Se interessou? Baixe agora mesmo seu exemplar da Revista AnaMaria nas bancas digitais: Bancah, Bebanca, Bookplay, Claro Banca, Clube de Revistas, GoRead, Hube, Oi Revistas, Revistarias, Ubook, UOL Leia+, além da Loja Kindle, da Amazon. Estamos também em bancas internacionais, como Magzter e PressReader.

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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