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Eduardo Bolsonaro ameaça: 'Sem anistia, não haverá eleição em 2026'
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Eduardo Bolsonaro ameaça: 'Sem anistia, não haverá eleição em 2026'

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Contigo!
03/10/2025 16h32
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a agitar o cenário político nesta quinta-feira (2) ao declarar que não haverá eleições em 2026 caso o Congresso não aprove uma anistia ampla para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O discurso resgata o tom golpista que marcou o período em que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), esteve na Presidência da República, e reforça o impasse que a pauta da anistia causa dentro da própria direita.

De acordo com reportagem do Correio Braziliense, Eduardo afirmou que a anistia seria “o mínimo aceitável em defesa da democracia” e que qualquer tentativa de substituí-la por uma redução de penas para os condenados representaria uma derrota política. Ele criticou deputados que defendem negociar trechos do projeto da dosimetria, alegando que essa estratégia não teria força para avançar. “Cobre o seu deputado. Dosimetria, não. Destaque, não. Só anistia no texto-base”, disparou.

Além disso, Eduardo Bolsonaro tem reforçado críticas ao ministro Alexandre de Moraes, alegando perseguição contra apoiadores do ex-presidente. O parlamentar também sinalizou que pode concorrer ao Palácio do Planalto em 2026, mesmo sem o aval do pai, o que acirra disputas internas no PL. Valdemar Costa Neto, presidente da legenda, chegou a dizer que tal movimento poderia “matar politicamente” Jair Bolsonaro.

Há chance de a anistia prosperar?

Segundo apuração do Correio Braziliense, as chances são mínimas. O clima político em Brasília não favorece a proposta e a maioria dos parlamentares considera inviável qualquer anistia que inclua Jair Bolsonaro. O relator do PL da Dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), tem adiado a apresentação de seu parecer enquanto busca consenso entre Câmara e Senado, que divergem em pautas sensíveis.

Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro insiste em tensionar o debate, o que tem causado constrangimento até mesmo entre aliados da direita. No Congresso, a avaliação predominante é de que a defesa da anistia ampla tende a isolar ainda mais o filho 03 do ex-presidente.

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Leia a matéria original aqui.

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