Home
Notícias
Defesa de Bolsonaro nega ligação com golpe e acusa delação de Mauro Cid de contradições em julgamento no STF
Notícias

Defesa de Bolsonaro nega ligação com golpe e acusa delação de Mauro Cid de contradições em julgamento no STF

publisherLogo
ICARO Media Group TITAN
03/09/2025 15h01
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51010/original/Logo_quadrado.png?1764257659
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro segue nesta quarta-feira (3) na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Hoje foi a vez da defesa apresentar suas alegações finais. Os advogados afirmaram que Bolsonaro não praticou atos violentos relacionados ao 8 de janeiro nem participou da elaboração de minuta golpista, sustentando que ele não atentou contra a democracia.

A defesa rebateu as acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR), que aponta o ex-presidente como articulador de uma tentativa de golpe de Estado. Segundo os advogados, o depoimento do ex-ajudante de ordens Mauro Cid é contraditório e não deveria servir como base de condenação. Eles também alegam não ter tido acesso a todas as provas do processo, incluindo o documento que previa a prisão de autoridades.

Outro ponto levantado foi o enquadramento jurídico das acusações. Os advogados afirmaram que não houve violência ou grave ameaça capaz de configurar os crimes de golpe de Estado e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Para eles, no máximo, Bolsonaro teria praticado atos preparatórios, e não executado os crimes atribuídos pela acusação.

A PGR, por sua vez, acusa Bolsonaro de cinco crimes, com penas que podem chegar a 43 anos de prisão. A decisão agora está nas mãos dos ministros da Primeira Turma do STF, que continuam a analisar o caso após as alegações finais.

 

Quer ficar informado? Siga a TITAN no WhatsApp, Facebook, X, BlueSky e Threads 

Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também