Justiça condena Viola, Tetra pela Seleção, a prisão em processo de porte ilegal de arma
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O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, em 2026, condenar Paulo Sérgio Rosa, o Viola, em um processo que teve início em 2012 e que envolve porte ilegal de arma de fogo.
A ação começou após a ex-esposa do ex-jogador procurar a polícia e relatar que ele havia se trancado em casa com o filho do casal, situação ocorrida depois de ele ter perdido a guarda do menino. Naquele ano, Viola chegou a ficar cinco dias detido.
De acordo com a apuração citada, policiais foram ao local e encontraram uma espingarda, um revólver e munições na residência. O caso permaneceu em tramitação por 14 anos até a condenação.
A decisão foi assinada pelo juiz Gustavo Nardi, no Foro de Santana de Parnaíba, e atendeu a um pedido do Ministério Público. A condenação estabeleceu pena de três anos em regime inicialmente aberto, e também foi mencionada a pena de 3 anos e 10 meses em regime aberto.
Apesar do resultado, a punição foi convertida em restrição de direitos. Entre as medidas estão prestação de serviços comunitários pelo mesmo período definido na sentença e o pagamento de multa fixada no valor do salário mínimo vigente em 2012. Viola pode recorrer.
Aos 57 anos, Viola tem trajetória ligada ao Corinthians e acumulou passagens por Vasco, Santos, Palmeiras e Bahia, além de ter atuado no futebol turco, no espanhol e no cenário europeu. Entre os títulos citados estão a Copa do Mundo de 1994, a Copa do Brasil de 1995 e o Campeonato Brasileiro de 2000. A CNN Brasil informou que tenta contato com a defesa do ex-jogador.
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