Presidente da Colômbia rejeita sanções dos EUA e defende soberania nacional
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, declarou enfaticamente que seu país não é uma colônia de ninguém, em resposta às sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos contra ele, sua esposa, seu filho e o ministro do Interior colombiano. Petro reagiu às críticas do congressista republicano Carlos Gimenez, afirmando que não se curvará a ameaças e extorsões mafiosas. O líder colombiano ressaltou que não adotará posturas agressivas como as do presidente Trump, destacando a importância de defender os direitos do povo e a democracia.
Petro também contestou as acusações do Tesouro dos EUA sobre o aumento da produção de cocaína na Colômbia, classificando-as como "mentirosas". O presidente colombiano defendeu a atuação de seu governo no combate ao narcotráfico e afirmou que as medidas coercitivas dos EUA representam a arbitrariedade de um regime opressor. As sanções incluem o congelamento de possíveis bens norte-americanos e a proibição de transações financeiras para Petro, sua família e o ministro do Interior.
As sanções impostas pelos EUA colocaram o presidente colombiano na lista de líderes mundiais sob medidas restritivas dos Estados Unidos. Petro criticou a postura dos EUA, ressaltando o histórico de combate ao tráfico de drogas na Colômbia e a colaboração na redução do consumo de cocaína nos Estados Unidos. O secretário do Tesouro dos EUA acusou Petro de permitir o crescimento dos cartéis de drogas, levando a um aumento significativo na produção de entorpecentes no país sul-americano.
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