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Sem Lula, Mercosul e União Europeia assinam acordo nesta sexta-feira
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Sem Lula, Mercosul e União Europeia assinam acordo nesta sexta-feira

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16/01/2026 11h01
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©Divulgação/Flickr @palaciodoplanalto/Ricardo Stuckert
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o único chefe de Estado do Mercosul ausente na cerimônia de assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia, programada para acontecer no sábado em Assunção, capital do Paraguai. Enquanto os presidentes do Paraguai, Argentina, Uruguai e Bolívia confirmaram presença, Lula optou por se encontrar com a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, no Rio de Janeiro, um dia antes da assinatura.

Este acordo histórico, após 26 anos de negociações, criará uma zona de livre comércio com uma população de 720 milhões de habitantes e um PIB combinado de US$ 22 trilhões, tornando-se o maior tratado do mundo. No entanto, para que entre em vigor, será necessário que o Parlamento Europeu e os legislativos dos países do Mercosul aprovem o tratado.

Os líderes europeus buscaram estabelecer uma agenda com Lula, visando à presença do Brasil como principal negociador político do acordo. O Palácio do Planalto foi procurado, uma vez que Lula não estará na assinatura do tratado em Assunção. A reunião no Rio de Janeiro pretende enfatizar o protagonismo do governo brasileiro nas negociações.

Apesar da cerimônia em Assunção contar com a presença de líderes de outros países do Mercosul e da União Europeia, a cúpula no Rio de Janeiro terá um papel significativo para a diplomacia brasileira. A presidência do Mercosul está temporariamente a cargo do Paraguai, que tentou elevar o nível do encontro ao de chefes de Estado, sendo representado no sábado apenas pelo chanceler brasileiro. A assinatura do acordo é considerada de competência dos chanceleres, de acordo com o Itamaraty.

Em uma escalada política e administrativa, o acordo comercial, que originalmente seria assinado sob a presidência brasileira do Mercosul em Foz do Iguaçu, foi adiado até janeiro de 2026. O adiamento, solicitado pela Itália, contribuiu para que o texto do tratado fosse aprovado e pudesse ser assinado agora no Paraguai, após a aprovação da UE em 2025.

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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