4 tendências em vídeos curtos para 2026
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Após um ano de expansão dos vídeos curtos como principal formato de consumo digital, 2026 marca um novo estágio do setor, no qual entretenimento, narrativa e comércio passam a operar de forma integrada. Segundo o levantamento The State of Social Media Marketing 2026, os vídeos curtos seguem como prioridade para 73% das estratégias digitais.
Com base no comportamento da comunidade, no desempenho de produtos lançados em 2025 e na observação das transformações do mercado, o Kwai reúne as quatro principais tendências que devem impulsionar o ecossistema de vídeos curtos em 2026.
1. Linguagem de mininovela se consolida como formato-chave do conteúdo comercial
As mininovelas verticais entram em 2026 consolidadas não apenas como entretenimento, mas como linguagem estratégica para campanhas de marca. No Brasil, esse movimento foi impulsionado pelo Kwai com o TeleKwai, projeto pioneiro que estruturou narrativas seriadas verticais e acelerou a adoção do formato por empresas e produtoras.
“Não estamos falando apenas de um novo formato, mas de uma mudança na lógica da comunicação digital, que passa a ser construída em capítulos, e não em interrupções”, afirma Heloisa Goldman, head de agências do Kwai. Desde 2022, o TeleKwai acumula mais de 100 bilhões de visualizações, com cada mininovela alcançando, em média, 5 milhões de views.
A eficácia do modelo já se reflete em cases como o TeleKwai do Consórcio Honda, premiado em festivais internacionais de branded content; a mininovela da Sorriso (Colgate-Palmolive), destaque no Rio Webfest; e o projeto de O Boticário, que gerou identificação e impacto social ao retratar realidades regionais. “Esses exemplos mostram que a mininovela vertical é hoje uma ferramenta madura para marcas que buscam relevância cultural, engajamento e resultados”, completa a executiva.
2. Avatares de IA e criadores virtuais ganham protagonismo no live commerce
Em 2026, a inteligência artificial avança no social commerce com a consolidação de avatares digitais como apresentadores de lives de venda. Após projetos-piloto em 2025, criadores virtuais passam a conduzir transmissões ao vivo com alto grau de personalização, disponibilidade contínua e integração direta com a jornada de compra.
No Kwai, essa evolução se conecta à estratégia de live commerce, permitindo que vendas aconteçam em tempo real por meio de personagens virtuais que explicam produtos, respondem dúvidas e conduzem a experiência de consumo.
3. Social commerce amadurece e se transforma em experiência narrativa de compra
O social commerce deixa de ser apenas transacional e passa a ser experiencial. Com o avanço do Kwai Shop, a compra acontece dentro de histórias (em séries, lives ou conteúdos recorrentes) e não mais em formatos isolados. Usuários tendem a interagir mais com produtos apresentados em contexto narrativo do que em abordagens puramente demonstrativas.
“Narrativas seriadas criam vínculo emocional, mantêm a atenção ao longo do tempo e aumentam a propensão à conversão, porque o produto passa a fazer parte da história”, explica Heloisa.
4. Autenticidade segue como principal ativo em um cenário cada vez mais tecnológico
Mesmo com o avanço da IA e da automação, a autenticidade continua sendo um dos principais fatores de engajamento em vídeos curtos. Conteúdos com histórias reais, bastidores e emoções reconhecíveis mantêm maior conexão com o público, reforçando confiança e proximidade.
Em 2026, o diferencial não está apenas na tecnologia empregada, mas na capacidade de contar histórias verdadeiras e relevantes, inclusive em formatos híbridos que combinam recursos digitais e narrativa humana.
