Home
Tecnologia
WatchGuard antecipa as principais tendências de cibersegurança para 2026
Tecnologia

WatchGuard antecipa as principais tendências de cibersegurança para 2026

publisherLogo
33giga
05/12/2025 11h24
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/images/photos/16657750/original/open-uri20251205-35-548ftd?1764933904
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

WatchGuard Technologies, de cibersegurança unificada, divulgou suas principais previsões de segurança digital para 2026. O material foi elaborado por Marc Laliberte, Director of Security Operations, e por Corey Nachreiner, CISO da empresa, que analisam os movimentos mais prováveis do cenário de ameaças para o próximo ano.

As análises apontam para mudanças significativas no comportamento dos ataques, impulsionadas pelo uso intensivo de inteligência artificial, pelo avanço das exigências regulatórias e pelas transformações na cadeia de suprimentos de software.

Principais pontos

Crypto-ransomware caminha para a extinção

A WatchGuard prevê que o crypto-ransomware deixará de ser economicamente vantajoso para grupos criminosos em 2026. Com a evolução dos mecanismos corporativos de backup e recuperação, organizações tendem a restaurar seus dados sem pagar resgates. Como consequência, atacantes migrarão para estratégias baseadas exclusivamente em roubo de informações e chantagem por exposição pública, incluindo ameaças de vazamento e denúncias a reguladores.

IA será a principal aliada contra ataques na cadeia de suprimentos open source

O crescimento de ataques a repositórios como NPM e PyPI colocará o ecossistema open source em posição crítica. Segundo a WatchGuard, a resposta virá por meio de defesas automatizadas baseadas em inteligência artificial, operando como centros de operações de segurança embarcados nos próprios repositórios. Esses sistemas serão capazes de detectar, analisar e responder a incidentes em tempo real, mitigando riscos em escala.

Cyber Resilience Act impulsiona Secure by Design no mercado europeu

Com a primeira fase do Cyber Resilience Act entrando em vigor em setembro de 2026, fabricantes que atuam na União Europeia terão apenas 24 horas para reportar vulnerabilidades exploradas. A WatchGuard avalia que essa medida criará um incentivo inédito para que empresas adotem práticas de segurança desde o desenvolvimento dos produtos. No entanto, a coexistência de regulações globais deve aumentar a complexidade de conformidade ao longo do ano.

Primeiro ataque totalmente autônomo por IA deve ocorrer em 2026

A WatchGuard prevê que o próximo ano registrará o primeiro ataque cibernético completo executado de ponta a ponta por ferramentas autônomas de IA, sem intervenção humana. Esses sistemas serão capazes de conduzir todo o ciclo de ataque em velocidade de máquina, do reconhecimento à exfiltração de dados. Para a empresa, esse evento servirá como alerta definitivo sobre o ritmo de evolução das IAs ofensivas e sobre a necessidade de defesas igualmente automatizadas.

Adoção de Zero Trust ganha força com falhas em VPNs tradicionais

Falhas de configuração, ausência de MFA e ataques direcionados a portas de VPN continuarão contribuindo para violações significativas. A WatchGuard estima que ao menos um terço dos incidentes de 2026 terá relação com vulnerabilidades em ferramentas de acesso remoto legadas. Como resultado, pequenas e médias empresas devem acelerar a adoção de Zero Trust Network Architecture, reduzindo superfícies de ataque e limitando o acesso apenas ao necessário para cada usuário.

Domínio de IA se torna requisito para profissionais de cibersegurança

Com ataques e defesas cada vez mais orientados por modelos de IA, a WatchGuard prevê que a habilidade técnica em inteligência artificial deixará de ser um diferencial e se tornará obrigatória. Profissionais precisarão dominar automações, análises avançadas e aplicações práticas de IA para acompanhar a velocidade e a complexidade das novas ameaças digitais.

Proteção integrada se torna essencial para empresas

Diante desse cenário, a WatchGuard reforça que a proteção corporativa dependerá cada vez mais de plataformas unificadas de segurança capazes de combinar detecção avançada de ameaças, Zero Trust, defesa automatizada por IA e proteção de endpoints, redes e identidades em um único ecossistema. A companhia destaca que a fragmentação de ferramentas e a falta de visibilidade integrada serão desafios críticos à medida que ataques se tornem mais rápidos, autônomos e difíceis de identificar. Para manter a resiliência operacional em 2026, empresas de todos os portes precisarão investir em arquiteturas de segurança simplificadas, centralizadas e com capacidade de resposta em tempo real.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também