Home
Entretenimento
Daniella London faz esclarecimento após AVC aos 32 anos
Entretenimento

Daniella London faz esclarecimento após AVC aos 32 anos

publisherLogo
Bons Fluidos
23/01/2026 00h30
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51005/original/Bons_Fluidos.png?1764195908
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

A atriz e modelo Daniella London, de 32 anos, que sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no dia 20 de dezembro de 2025, usou as redes sociais nesta quinta-feira (22) para falar sobre a repercussão do caso e esclarecer dúvidas dos seguidores.

“Gente, que loucura! Terça-feira vim aqui falar para vocês o que aconteceu, por que eu sumi um mês, falei do meu AVC, compartilhei o vídeo, e ele repercutiu um pouco mais do que eu imaginava. Ontem me mandaram algumas páginas de notícias falando sobre e muita gente ficou com dúvida. Então vou tentar explicar como foi o desenrolar da história”, iniciou.

Questionamento sobre o AVC

Após tornar o caso público, a atriz disse que passou a receber inúmeras mensagens com dúvidas semelhantes, o que a levou a abordar alguns pontos específicos. “”Dani, mas já sabem qual é a causa?’, ‘Você toma anticoncepcional?’, ‘Você chegou a investigar Forame Oval Patente (FOP)?’, ‘O que Hashimoto tem a ver com AVC?’. Então, primeira coisa: anticoncepcional. Sim, gente, eu tomava anticoncepcional desde os 15 anos”, contou.

“Eu tive três ginecologistas diferentes e, durante a minha vida toda, nunca foi contraindicado o uso de anticoncepcional. Eu não tinha efeito colateral praticamente, eu também não tinha histórico de trombose na família, só a minha avó, que já era de idade”, explicou.

Exames indicam síndrome autoimune

Cerca de uma semana depois da alta, novos exames laboratoriais indicaram um resultado compatível com a Síndrome Antifosfolípide (SAF), condição autoimune que favorece a coagulação do sangue e aumenta o risco de eventos trombóticos, como o AVC. Essa passou a ser, até o momento, a principal linha de investigação.

“Então, gente, lembrando: eu não sou médica, então por favor, se vocês têm qualquer sintoma, qualquer dúvida, procurem um especialista. À medida que a investigação for evoluindo, o tratamento, eu vou compartilhando um pouco mais com vocês e a gente mantém a nossa troca por aqui. Beijo”, completou.

Confira o vídeo na íntegra:

Leia também: Estudo combina neuromodulação e fisioterapia para reabilitar pacientes após AVC

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também