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Afinal, será que os animais sentem quando uma mulher está grávida?
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Afinal, será que os animais sentem quando uma mulher está grávida?

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Bons Fluidos
17/10/2025 18h21
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Durante a gestação, o corpo da mulher passa por transformações intensas – físicas, hormonais e emocionais. E quem tem um pet em casa costuma notar: o comportamento dos animais também muda. Cães que passam a seguir cada passo da tutora, gatos que ficam mais carinhosos e até bichinhos que demonstram mais curiosidade. Mas será que eles realmente “sentem” a gravidez?

O faro apurado das emoções

Embora ainda não existam provas científicas de que os pets saibam identificar uma gestação, especialistas garantem que cães e gatos têm sentidos extremamente desenvolvidos. Eles são capazes de perceber variações sutis no cheiro, na voz, na postura corporal e até nas emoções da pessoa com quem convivem.

Durante a gravidez, os hormônios alteram o odor natural da pele e o ritmo de vida da mulher muda. Ela pode se movimentar mais devagar, falar em outro tom ou descansar com mais frequência. Tudo isso chama a atenção dos animais, que rapidamente percebem que algo está diferente.

Mudanças de comportamento: proteção e carinho

Cada animal reage de um jeito. Alguns cães ficam mais vigilantes, latem com mais frequência e parecem querer “guardar” a dona, se posicionando entre ela e outras pessoas. Outros demonstram afeto em tempo integral, seguindo a gestante pela casa ou deitando a cabeça sobre sua barriga.

Os gatos, geralmente mais independentes, podem surpreender: muitos ficam mais próximos, procuram colo com mais frequência ou escolhem dormir ao lado da futura mamãe. São gestos que demonstram vínculo e tentativa de adaptação a uma nova fase.

Como manter o pet tranquilo durante a gestação

O segredo está na rotina e na conexão. Mesmo com o aumento do cansaço ou as limitações físicas, é importante manter momentos de carinho, brincadeiras leves e passeios regulares. Essas atividades reforçam para o animal que ele continua sendo parte essencial da família.

A linguagem corporal também fala muito. Cruzar os braços ou evitar contato pode ser interpretado pelo pet como rejeição. Por outro lado, abaixar-se para acariciá-lo, chamá-lo pelo nome ou simplesmente manter o olhar afetuoso ajuda a transmitir segurança.

Quando buscar ajuda profissional

Caso o pet apresente sinais de estresse, agressividade ou destruição de objetos, é recomendável contar com o apoio de um adestrador ou especialista em comportamento animal. Hoje, existem treinamentos específicos para preparar cães e gatos para a chegada do bebê – uma forma de garantir que a transição aconteça de forma tranquila para todos.

Conviver com animais de estimação durante a gestação pode trazer inúmeros benefícios. Além da companhia, estudos indicam que a presença de pets ajuda a reduzir o estresse, melhorar o humor e trazer conforto emocional. O contato diário com o bichinho estimula a liberação de hormônios do bem-estar e contribui para uma rotina mais leve e equilibrada. Afinal, para os pets, o amor e o instinto protetor falam mais alto.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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