Garganta doeu, e agora: é gripe, laringite ou amigdalite? Descubra
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O corpo começa a ficar mole, a garganta doendo, nariz escorrendo… Logo, vem a pergunta: é gripe, laringite ou amigdalite? Apesar de afetarem a mesma região e terem sintomas parecidos, cada uma apresenta características e exigências de cuidado distintas.
Garganta doeu: é gripe, laringite ou amigdalite?
Segundo a Dra. Anike Nascimbem, médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista, a chave para diferenciar as condições está nos sintomas associados.
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Gripe: Costuma ser mais sistêmica, vindo acompanhada de febre, dor de cabeça, mal-estar generalizado, tosse e obstrução nasal.
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Laringite: Afeta a laringe e se manifesta de forma mais localizada. Os sinais mais típicos são a rouquidão, a irritação na garganta e a tosse seca.
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Amigdalite: É uma inflamação das amígdalas, geralmente marcada por uma dor intensa e dificuldade ao engolir, febre alta e mal-estar.
A especialista explica que a intensidade da dor e a presença de outros sinais são determinantes. A rouquidão, por exemplo, sugere fortemente uma laringite. Já a dor muito forte que dificulta a deglutição é um indício mais provável de amigdalite.
Sinais de alerta e prevenção
A médica reforça a importância de buscar atendimento profissional quando houver piora ou dúvida. Sinais de alerta que exigem avaliação imediata incluem:
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Febre persistente por mais de 48 horas.
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Falta de ar.
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Dor de garganta extremamente intensa.
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Dificuldade significativa para engolir.
Por fim, para prevenir essas infecções, especialmente durante as estações mais secas ou frias, o segredo está no fortalecimento do sistema imunológico. Assim, a médica orienta medidas simples e eficazes, como manter-se bem hidratado, ter uma alimentação balanceada e garantir descanso adequado. Além disso, recomenda-se fazer lavagem nasal, manter os ambientes úmidos e praticar atividades físicas regularmente para proteger as vias respiratórias.
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