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Pele e cabelos após os 40: especialistas explicam o que muda e como tratar
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Pele e cabelos após os 40: especialistas explicam o que muda e como tratar

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Bons Fluidos
04/02/2026 20h21
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A maturidade marca uma série de transformações no corpo humano. Após os 40, tanto a pele quanto os cabelos passam por alterações que refletem o envelhecimento natural e o efeito acumulado de anos de exposição solar e hábitos de vida.

Na pele, o principal desafio é o declínio estrutural. “Na pele, observa-se uma diminuição progressiva da produção de colágeno, elastina e ácido hialurônico, substâncias fundamentais para manter a firmeza, elasticidade e hidratação cutânea. Isso leva ao surgimento ou acentuação de rugas e linhas de expressão, flacidez, perda de contornos faciais e maior ressecamento”, explica Thiago Martins, biomédico e mestre em Medicina Estética, ao portal Terra.

Além disso, o ritmo da renovação celular cai, tornando a pele mais áspera e facilitando o surgimento de manchas. Segundo o especialista, a proteção natural do corpo também fica comprometida: “A barreira cutânea também se torna mais vulnerável, o que pode predispor a irritações, sensibilidade e alterações inflamatórias”.

Desafios capilares e hormonais após os 40

Os cabelos não ficam de fora. Após os 40, é comum que os fios fiquem mais finos, secos e percam volume. “A velocidade de crescimento diminui, e a queda pode se intensificar, especialmente em mulheres com predisposição genética ou alterações hormonais típicas dessa fase, como a perimenopausa”, detalha Martins. O surgimento de fios brancos também se acelera devido à menor atividade dos melanócitos.

Para o dermatologista Dr. Lucas Miranda, o segredo para atravessar essa fase com autoestima está na prevenção personalizada. O uso de tecnologias como lasers, bioestimuladores de colágeno e até o suporte hormonal podem ser indicados. “O acompanhamento com um dermatologista experiente é essencial para estratégias eficazes e personalizadas de prevenção e rejuvenescimento, garantindo planos de tratamento seguros e alinhados às necessidades específicas de cada paciente”, conclui o médico.

 * Leia também: Com qual frequência devemos lavar o cabelo? Descubra!

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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