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Superendividamento atinge níveis preocupantes entre classes média e alta
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Superendividamento atinge níveis preocupantes entre classes média e alta

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ICARO Media Group TITAN
29/12/2025 13h15
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O superendividamento vem se tornando uma realidade preocupante para setores da população com rendas mais altas no Brasil. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em novembro, a fatia de superendividados com renda mensal acima de dez salários mínimos atingiu 12,8%. Esse percentual representa um aumento em relação ao mês anterior e atingiu o patamar mais elevado em oito meses.

O superendividamento ocorre quando uma pessoa acumula dívidas que correspondem a mais de 50% de sua renda mensal e não tem capacidade suficiente para honrar esses compromissos. Esse cenário tem impactado principalmente as classes média e média alta, que enfrentam dificuldades em lidar com suas dívidas, mesmo recorrendo à prática de "rolagem" para adiar os pagamentos.

Especialistas apontam que o acesso facilitado ao crédito tem contribuído para o aumento do superendividamento entre as classes mais favorecidas, que têm maior oportunidade de refinanciar suas dívidas. No entanto, o custo desse refinanciamento tende a permanecer elevado, uma vez que as taxas de juros no país continuam altas, mesmo com a expectativa de redução da taxa básica de juros pelo Banco Central.

A persistência do superendividamento é um reflexo da conjuntura econômica e comportamental do país. Fatores como a falta de educação financeira, juros elevados e oferta excessiva de crédito contribuem para agravar a situação, tornando a renegociação das dívidas uma solução temporária. Mesmo programas de renegociação, como o "Desenrola Brasil", mostram-se insuficientes para resolver as causas fundamentais desse problema.

 

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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