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Stephen King é o autor mais censurado em escolas nos Estados Unidos
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Stephen King é o autor mais censurado em escolas nos Estados Unidos

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Aventuras Na História
02/10/2025 21h42
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Segundo o relatório “America’s Banned in the USA” da PEN, divulgado na quarta-feira, 1º, mais de 6.800 casos de livros temporariamente ou permanentemente retirados do mercado para o ano letivo de 2024-2025 foram registrados. O número causa preocupação alarmante de especialistas. 

O que diz relatório sobre livros e autores censurados nos EUA?

O último relatório da PEN sobre censura de livros nos Estados Unidos mostra que, embora o número de proibições em 2024 seja menor que os mais de 10.000 casos registrados em 2023-24, a quantidade de obras retiradas das prateleiras ainda está muito acima dos níveis observados em anos anteriores.

A maior parte das proibições, cerca de 80%, concentra-se em apenas três estados: Flórida, Texas e Tennessee. Nesses locais, leis estaduais ou tentativas de legislação pressionaram bibliotecas escolares e públicas a remover livros considerados “questionáveis”.

Em contraste, outros estados, como Illinois, Maryland e Nova Jersey, registraram poucos ou nenhum caso de retirada de obras, refletindo diferenças regionais significativas no modo como os livros são avaliados e censurados. A situação é vista como retrocesso.

Entre os títulos mais afetados estão obras de Stephen King, com 206 casos de censura, incluindo Carrie e The Stand, e o clássico Laranja Mecânica, de Anthony Burgess, que lidera a lista com 23 remoções. Outras obras com restrições frequentes incluem Sold, de Patricia McCormick; Forever, de Judy Blume; Breathless, de Jennifer Niven; além de livros de Sarah J. Maas e Jodi Picoult. Os motivos para as remoções incluem temas LGBTQ+, representações de raça e passagens com violência, muitas vezes antecipadas por medo de controvérsia.


*Sob supervisão de Fabio Previdelli

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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