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Brasil condena ação militar na Venezuela durante reunião da ONU
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Brasil condena ação militar na Venezuela durante reunião da ONU

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ICARO Media Group TITAN
05/01/2026 21h58
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©Agência Brasil
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O Brasil se posicionou firmemente contra a ação militar realizada na Venezuela que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. O embaixador brasileiro Sérgio Danese destacou que os bombardeios em território venezuelano e a captura do chefe de Estado representam uma grave violação da soberania do país vizinho. Afirmou que tais ações estabelecem um precedente perigoso para a comunidade internacional, podendo resultar em violência, desordem e fragilização do multilateralismo.

Danese ressaltou a importância de respeitar as normas que regulam as relações entre os Estados, sem exceções motivadas por interesses ideológicos, geopolíticos, políticos ou econômicos. Ele alertou para o risco de utilizar recursos naturais ou econômicos como justificativa para a intervenção armada ou para a mudança ilegal de governos. O diplomata brasileiro enfatizou a necessidade de promover a paz e a prosperidade no mundo multipolar do século XXI, sem tolerar esferas de influência ou argumentos que justifiquem a força bruta.

Com cerca de 2.000 quilômetros de fronteira com a Venezuela, o Brasil classificou como "profundamente alarmante" a agressão armada em um país vizinho, reafirmando o compromisso da América do Sul como uma zona de paz. O representante brasileiro expressou confiança de que o futuro da Venezuela deve ser construído pelo próprio povo venezuelano, por meio do diálogo e dentro do arcabouço do direito internacional.

A sessão emergencial foi convocada a pedido da Venezuela e da Colômbia, com apoio da Rússia e da China, para discutir a legalidade da captura de Nicolás Maduro, que foi transferido para os Estados Unidos sob acusações de envolvimento com o narcotráfico e posse de armamento de guerra. Os representantes dos EUA defenderam a operação, afirmando que não se trata de uma guerra contra a Venezuela, mas sim de uma ação legítima.

 

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Este artigo foi criado por humanos via ferramenta de Inteligência Artificial e não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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