Do ataque do Hamas ao plano de paz: tensão no Oriente Médio completa dois anos
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Dois anos se passaram desde o ataque terrorista que ocorreu em 7 de outubro de 2023, desencadeando uma série de eventos que resultaram em um conflito prolongado no Oriente Médio. Conhecida como operação Dilúvio de Al-Aqsa, a incursão do grupo extremista palestino Hamas resultou em quase 1.200 israelenses mortos, levando a uma guerra que já vitimou mais de 67.000 pessoas em território palestino, sendo menos de um terço militantes do Hamas.
Sob o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, Israel expandiu suas ações militares para além das fronteiras, atingindo países como Irã, Líbano, Síria, Iraque e Iêmen. Atualmente, o controle de grande parte do território fronteiriço da Palestina está sob domínio israelense. Após 731 dias de conflito, o ponto mais próximo da paz foi um cessar-fogo mediado pelo Qatar, que garantiu um período de menor mortalidade na Faixa de Gaza, entre 19 de janeiro e 17 de março deste ano.
Agora, diante de um novo cenário, surge a possibilidade de encerrar o conflito com a apresentação de um plano de paz pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar das negociações em andamento, o ambiente político interno, somado às contradições enfrentadas pelo governo de Netanyahu, tornam a avaliação e o desfecho incertos, conforme destaca Rodrigo Medina, chefe do Departamento de Relações Internacionais da Unifesp.
A comunidade internacional acompanha com preocupação as tensões crescentes no Oriente Médio, relembrando a tragédia do ataque de 7 de outubro de 2023 que desencadeou uma guerra com efeitos devastadores até os dias de hoje. Os desafios para alcançar uma paz duradoura na região persistem, à medida que os conflitos se alastram para além das fronteiras palestinas e israelenses, envolvendo outras nações do entorno.
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