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Nova vacina universal contra o câncer segue método inédito de tratamento
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Nova vacina universal contra o câncer segue método inédito de tratamento

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Bons Fluidos
28/07/2025 15h41
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Cientistas espalhados ao redor do mundo buscam, até mesmo neste exato momento, desenvolver tratamentos para combater doenças oncológicas. Eles utilizam diferentes técnicas, mas tendem a focar naquelas direcionadas a atacar determinados tipos. Um grupo de especialistas norte-americanos, no entanto, optou por seguir por outro caminho: criar uma vacina contra o câncer, com capacidade universal, que visa fortalecer o sistema imunológico.

Método inédito

Em seu primeiro estudo, o oncologista pediátrico Elias Sayour acompanhou as técnicas tradicionais, examinando somente a reação do glioblastoma multiforme (GBM), um tumor cerebral. Entretanto, já de início, ele decidiu desenvolver um imunizante para estimular o corpo a combater a doença, em vez de investir em um método que agisse diretamente nas células cancerígenas.

Assim, descobriu que uma vacina de mRNA, feita a partir das propriedades da lesão, ocasionou um processo de defesa do sistema imunológico capaz de frear sua progressão. Por isso, juntamente com outros estudiosos da Universidade da Flórida, Sayour adaptou a terapia para abranger todos os tipos de câncer. Eles utilizaram a tecnologia semelhante à do imunizante contra a Covid-19. 

De acordo com a pesquisa publicada na revista científica Nature Biomedical Engeneering, a técnica impulsionou a produção dos linfócitos T, que passaram a atacar a enfermidade. Eles estão entre os principais agentes do sistema imunológico responsáveis por combater infecções e tumores.

Vacina substitui tratamentos de câncer

Na opinião dos especialistas, após mais experimentos e aprovação, o método pode se tornar uma alternativa aos procedimentos existentes, como radioterapia e quimioterapia. Além disso, eles apontam que ele ainda irá auxiliar pacientes com tumores que não respondem aos tratamentos atuais.

“Este estudo sugere um terceiro paradigma emergente. Constatamos que, ao usar uma técnica projetada para gerar uma resposta imunológica forte, conseguimos provocar uma reação anticâncer muito robusta. Isso tem um potencial enorme de uso amplo — até mesmo como uma vacina contra a doença pronta para uso”, explicou a afirma coautora do artigo, Duane Mitchell, ao ‘EurekAlert’.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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