Home
Estilo de Vida
Emagreceu demais? Médico indica procedimento para reparar perda de massa
Estilo de Vida

Emagreceu demais? Médico indica procedimento para reparar perda de massa

publisherLogo
Anamaria
27/10/2025 19h26
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
https://timnews.com.br/system/rss_links/images/51003/original/Ana_Maria.png?1764195956
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE

Com a onda de perda de peso evidente e principalmente para pacientes pós bariátrica, um novo procedimento vem se tornando sucesso nos consultórios. Trata-se do preenchimento definitivo que corrige o volume corporal. De acordo com o médico Dr. Rafael Almenara, o protocolo é aplicado para reparar a perda de massa magra e excesso de flacidez após o emagrecimento.

“Nesses casos se faz necessária a ação de um tratamento reparador que corrige problemas e também o volume. Para isso, escolhi o PMMA por oferecer, além do efeito preenchedor, uma potente ação bioestimuladora. Isso possibilita um resultado preciso e natural, com volume estável e reconstrução anatômica respeitando a harmonia corporal de cada paciente”, ressalta o especialista.

Mulheres aprovam procedimento e falam sobre o pós

O impacto causado pela eliminação de peso vai além da redução em kilos: pode provocar a perda de contornos físicos e também da autoestima. Foi isso que aconteceu com a empresária carioca, Sabrina Bez, que, para corrigir o problema, realizou o preenchimento com polimetilmetacrilato.

“Depois do procedimento, me senti mais proporcional, segura e confortável com meu corpo. O resultado é natural e duradouro, e isso fez toda a diferença no meu bem-estar e na forma como me enxergo hoje”, conta.

Quem também viveu uma experiência parecida foi a policial civil aposentada Ivone da Silva Prestes. Ela fez cirurgia bariátrica para emagrecer e, no processo, perdeu massa magra e contorno. Por isso, escolheu o mesmo tratamento corretivo aplicado também por Almenara.

“Há aproximadamente três anos, apliquei o PMMA pela primeira vez. A princípio, no glúteo. Depois, fui aumentando as áreas, a exemplo das coxas e na face. Indico e nunca tive problemas, pelo contrário, sou exemplo de que sempre é possível melhorar”, explica Ivone.

Médico explica vantagens do tratamento

O médico detalha que ambos os casos são de pacientes pós-bariátricas, com idades de 43 e 60 anos, que apresentavam perda significativa de volume, assimetrias, flacidez e celulite. E, uma delas havia passado por lipoenxertia, que é o preenchimento com a própria gordura do corpo, o que resultou em retrações cicatriciais, maior flacidez devido à rápida absorção da gordura e assimetrias por conta da densidade variável do enxerto.

“Isso ocorre também devido à diminuição do colágeno e da elastina, potencializada pelo envelhecimento. O PMMA é amplamente indicado para esses casos. Ele é um produto seguro, possui registro na ANVISA e é composto por microesferas biocompatíveis, semelhantes às dos bioestimuladores, atendendo aos mesmos rigorosos critérios regulatórios”, reforça.

Além disso, o médico revela que, em casos após o emagrecimento, a remodelação glútea com PMMA permite repor volume, devolver firmeza, corrigir irregularidades e melhorar o contorno corporal de forma natural e duradoura. “Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, com rápida recuperação e grande impacto positivo na autoestima, contribuindo para que a pessoa se sinta bem com o próprio corpo”.

Tanto Sabrina quanto Ivone falam que o procedimento transformou suas vidas. “Quando me olhei no espelho pela primeira vez depois do procedimento, foi um misto de emoção, alívio e gratidão. Foi como se eu tivesse reencontrado uma parte de mim que o processo de emagrecimento havia levado. Recuperei a confiança que perdi e passei a me enxergar com mais carinho e orgulho”, detalha Sabrina. Para Ivone, investir na harmonização corporal não só elevou sua autoestima como também salvou seu casamento. “Meu marido ficou muuuuito satisfeito. Simplesmente: ressurgi das cinzas. Sou outra pessoa após conhecer o PMMA”, finaliza.

 

Leia a matéria original aqui.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
icon_WhatsApp
icon_Twitter
icon_facebook
icon_email
PUBLICIDADE
Confira também