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SUS começa a distribuir vacina contra bronquiolite; saiba quem pode tomar
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SUS começa a distribuir vacina contra bronquiolite; saiba quem pode tomar

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Bons Fluidos
05/12/2025 17h30
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Nesta semana, o Ministério da Saúde iniciou o envio da vacina Abrysvo, responsável por combater o vírus sincicial respiratório (VSR), para unidades do SUS em todo o país. A iniciativa busca proteger recém-nascidos contra a bronquiolite, condição classificada como a principal causa de internações por infecções respiratórias em crianças menores de 1 ano, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Quem pode tomar a vacina contra bronquiolite?

De acordo com o órgão de saúde, assim que chegar às instituições, a aplicação do imunizante deve ser imediata. Na rede pública, ele será destinado a gestantes a partir da 28ª semana, sem restrição de idade. A recomendação é de dose única a cada nova gravidez.

Em comunicado, Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil, empresa responsável pela produção da vacina, informou que o método tem o potencial de prevenir cerca de 28 mil internações por ano. Isso porque a Abrysvo impede a contaminação pelo vírus, evitando não somente casos de bronquiolite, como de pneumonia e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Portanto, diante do aumento das hospitalizações causadas pelo microrganismo, o governo investiu em 1,8 milhão de doses do imunizante. O primeiro lote, com 673 mil doses, chega aos estados ainda nesta semana. “O Ministério adquiriu vacinas suficientes para imunizar todas as gestantes brasileiras (…) Essa proteção é essencial, pois a maior parte das internações e óbitos por bronquiolite ocorre no primeiro ano de vida”, afirmou ministro da saúde Alexandre Padilha.

Além disso, as autoridades estabeleceram um acordo no qual o Instituto Butantan e o laboratório produtor passarão a fabricar a intervenção no país. O objetivo é garantir maior acesso para a população. Outra medida é a indicação para que gestantes atualizem a situação vacinal, incluindo influenza e Covid-19, ao tomar o novo imunizante. Segundo o órgão, essas estratégias, conforme apontaram estudos, mostraram uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês.

*Leia também: Bebê prematuro: que cuidados são necessários neste período?

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do TIM NEWS, da TIM ou de suas afiliadas.
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